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Economia

Reajuste do coque verde penaliza a indústria de cal em Minas Gerais

Em cinco meses, a tonelada do insumo passou de R$ 355 para os atuais R$ 590
O reajuste do coque pode colocar em dificuldades a indústria de cal em Minas, que responde por pelo menos 70% do mercado nacional/Divulgação
O preço médio pago pelo setor na matéria-prima, até então, era de R$ 320. No entanto, nos últimos meses a Petrobras iniciou uma subida desenfreada dos preços sob o argumento de recomposição. De setembro de 2016 para cá, o coque registrou aumento de 66,11%. "Esse é um aumento jamais visto na história da estatal. Não faz sentido, muito menos junto à alegação de recomposição. O que existe, na verdade, é um monopólio e um controle exacerbado sobre a comercialização do insumo", explicou o presidente do Sindicato das Indústrias de Cal e Gesso no Estado de Minas Gerais (Sindical), Edwaldo Almada de Abreu. Segundo ele, como o coque pode representar entre 40% e 50% do custo de produção da cal, dependendo do desempenho dos fornos e do tipo de cal a ser fabricado, as empresas já estão tendo dificuldades de absorver os aumentos e repassar.
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