Credito: Agência Brasil

Os investimentos em títulos do Tesouro Direto, em agosto, chegaram a R$ 1,98 bilhão, enquanto os resgates foram de R$ 2,10 bilhões, sendo R$ 1,95 bilhão em recompras e R$ 149,31 milhões em vencimentos, com resgate líquido de R$ 126,39 milhões.

As informações foram divulgadas nessa quarta-feira (25) pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Economia. Segundo a secretaria, os resultados de agosto mostram que o pequeno investidor continua ampliando a sua participação no programa.

As aplicações de até R$ 1 mil representaram 67,46% das operações de investimento no mês. Esse foi o maior percentual da série histórica, superando o recorde registrado em março de 2019, de 65,05%. O valor médio por operação foi o menor da série histórica, de R$ 4.428,02.

Os títulos mais demandados pelos investidores foram os títulos indexados à taxa Selic, o Tesouro Selic, que totalizaram R$ 986,74 milhões, representando 49,96% das vendas. Os títulos indexados à inflação, o Tesouro IPCA+ e o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, somaram, em vendas, R$ 619,75 milhões, e corresponderam a 31,38% do total, enquanto os títulos de prefixados, o Tesouro Prefixado e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, totalizaram R$ 368,61 milhões em vendas, ou 18,66% do total.

Nas recompras, predominaram os títulos indexados à taxa Selic, que somaram R$ 1,07 bilhão (54,81%). Os títulos remunerados por índices de preços (Tesouro IPCA+, Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e Tesouro IGPM+ com Juros Semestrais) totalizaram R$ 617,78 milhões (31,64%), os prefixados, R$ 264,51 milhões (13,55%).

Quanto ao prazo, a maior parcela de vendas se concentrou nos títulos com vencimento entre 5 e 10 anos, que alcançaram 67,87% do total. Em seguida, as aplicações em títulos com vencimento acima de 10 anos representaram 19,29%, enquanto os títulos com vencimento de 1 a 5 anos corresponderam a 12,84% do total.