Programa Reciclus instalou 45 pontos de coleta em 7 cidades no estado e é responsável por financiar o processo, coletar e descontaminar os resíduos | Crédito: Pixabay

As lâmpadas fluorescentes possuem componentes que demandam um fluxo específico na coleta e destinação final. Por isso, o descarte incorreto, como no lixo comum, pode acarretar diversos problemas ambientais.

Desde 2017, o programa da Associação Brasileira para a Gestão da Logística Reversa (Reciclus), organização civil sem fins lucrativos criada para atuar como gestora do processo de coleta e destinação ambientalmente correta desses resíduos, já coletou e descontaminou 26.362 quilos de lâmpadas fluorescentes pós-uso no estado, totalizando 180.380 unidades.

Em Minas Gerais são 45 pontos de coleta localizados em Belo Horizonte, Betim, Contagem, Itaúna, Pará de Minas, Ribeirão das Neves e Sete Lagoas, a fim de cumprir com a determinação do Acordo Setorial.

A iniciativa envolveu diversos segmentos da sociedade e atende à determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Lei Federal nº 12.305/2010 que fala na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e na logística reversa (LR) como soluções para o descarte correto de itens que podem causar danos ao meio ambiente.