Publicidade
23/04/2018
Login
Entrar

Política

14/03/2018

BC bloqueia R$ 864 mil de Delfim Netto e de quatro empresas

AE
Email
A-   A+
São Paulo - O Banco Central bloqueou R$ 864.801,50 do ex-ministro Antonio Delfim Netto (Fazenda) e de quatro empresas controladas pelo economista. Delfim Netto foi alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Buona Fortuna, 49ª fase da Lava Jato.
O ex-ministro teve R$ 262.337,38 congelados de contas correntes pessoais em três bancos, R$ 108.370,31 da Aspen Assessoria e Planejamento Econômico, R$ 116.131,29 da Buona Fortuna Participações, R$ 334.231,54 da Ideias Consultoria e R$ 43 730,98 da Capres Consultoria.

O juiz federal Sérgio Moro mandou bloquear R$ 4,4 milhões, valor equivalente a uma parte da suposta propina total de R$ 15 milhões que teria sido destinada a Delfim nas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte.

O bloqueio atingiu ainda contas do empresário Luiz Appolonio Neto, sobrinho de Delfim e também alvo da Buona Fortuna - e de suas empresas de “consultoria”. O rastreamento do Banco Central achou R$ 102.551,83 em duas contas de Appolonio. Da LDM Administradora de Bens e Participações foram confiscados R$ 1.093,03.

A defesa de Delfim havia entrado com um pedido de desbloqueio de três contas bancárias na última segunda-feira. Os advogados Ricardo Tosto e Fernando Araneo relataram que Delfim “possui contas bancárias em mais de uma instituição financeira, sendo que teve bloqueados valores em todas as suas contas, em valor superior ao quanto determinado”.

A Procuradoria havia requerido o bloqueio total de R$ 15 milhões de Delfim, Appolonio e as “consultorias”, valor “correspondente ao total de vantagens indevidas acordadas entre Antonio Palocci Filho (ex-ministro dos Governos Lula eDilma) e as empresas integrantes do Consórcio Construtor Belo Monte”.

“Em que pese o pedido formulado pelo Ministério Público Federal, resolvo limitar, por ora, o montante a ser constrito em relação a Antonio Delfim Netto, Luiz Appolonio Neto, e as empresas de ambos, a R$ 4.444.314,00 que teria sido o montante pago, valores brutos, em cognição sumária, às empresas de ambos pelas empreiteiras participantes do consórcio”, afirmou o juiz, na ocasião.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

21/04/2018
MP abre inquérito sobre Alckmin
São Paulo - O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para investigar o ex-governador e pré-candidato do PSDB à Presidência da...
21/04/2018
Aécio recebeu R$ 110 mi, afirma Joesley
Valores teriam sido distribuídos na campanha do senador à Presidência da República em 2014
20/04/2018
Cumprimento da pena de Maluf em regime domiciliar
Deputado afastado não pode apresentar recurso
20/04/2018
Mello envia ADC do PCdoB ao plenário
Inclusão da ação na pauta de julgamentos do Supremo depende agora da presidente Cármen Lúcia
20/04/2018
Investigações sobre Aécio são prorrogadas
Brasília - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu prorrogar por 60 dias as investigações sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no...
› últimas notícias
Leia mais notícias ›
› Newsletter
O melhor conteúdo exclusivo e gratuito no seu e-mail:




Cadastrar
› Mais Lidas
Leia todas as notícias ›
Publicidade
› Assine o DC

Acesso completo

aos conteúdos online e versão impressa.
Único jornal especializado em Economia, Negócios e Gestão de Minas Gerais.
Ferramenta indispensável para fazer bons negócios.
› Edição Impressa


20 de abril de 2018
Conteúdo exclusivo para assinantes
› DC no Facebook
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.