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Economia

09/06/2018

Vale da Eletrônica usa feiras como vitrines

Empresas aproveitam encontros nacionais e internacionais para inovar e impulsionar seus negócios
Ana Carolina Dias
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Indústrias de aparelhos elétricos e eletrônicos do Vale da Eletrônica vão participar, neste ano, de feiras em países como Holanda e Argentina/Divulgação
A inovação, a atualização sobre novas soluções e tecnologias e a troca de experiências são fundamentais para o desenvolvimento do Vale da Eletrônica de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas. Nesse contexto, a participação em feiras especializadas é vista pelas empresas como uma chance de inovar, explorar novos nichos e impulsionar negócios.

“Esses eventos são encontros de pessoas de negócios e, às vezes, os resultados vão muito além do planejado, devido às oportunidades encontradas. São espaços nos quais você negocia o que tem na mão e o que vai precisar ser desenvolvido”, afirmou o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto Souza Pinto.

Para o presidente do Sindvel, as feiras são oportunidades imperdíveis para fechar negócios, principalmente com as novas tecnologias, que permitem uma comunicação instantânea. Nos próximos meses, o Vale da Eletrônica estará presente em feiras internacionais como a IBC 2018, que acontece em Amsterdã, na Holanda, em setembro, e vai reunir empreendedores de mídia, entretenimento e tecnologia. Em outubro, as empresas de Santa Rita do Sapucaí participam da Caper, em Buenos Aires, na Argentina, com rodadas de negócios nas áreas de telecomunicações e Tecnologia da Informação.

Outro exemplo é a Exposec, Feira Internacional de Segurança realizada em maio, em São Paulo, que contou com a participação de 16 empresas do Vale da Eletrônica, entre elas a Alarmes Santa Rita, Citrox, Giga, Intelbras, JFL, Líder Indústria Eletrônica, MCM, Megatron, TDM e TEM Indústria Eletrônica.

Além disso, Roberto Souza Pinto adiantou que há planejamento para três projetos compradores internacionais que vão levar empresários selecionados de todo o mundo como possíveis e fortes compradores para o Vale da Eletrônica. “Vamos nos reunir com esses empresários para que eles conheçam nossas empresas, as garantias e o padrão dos produtos, para fechar negócios. Nesse mundo globalizado, é muito difícil convencer empresários de outros países a não comprarem de outros lugares e escolherem a gente”, explicou.

Cluster – Santa Rita do Sapucaí tornou-se um dos principais polos de tecnologia do Brasil e é reconhecida pelo desenvolvimento e produção de eletroeletrônicos, hoje exportados para 41 países. As 153 empresas que constituem o Arranjo Produtivo Eletroeletrônico (APL) geram aproximadamente 14 mil empregos e fabricam mais de 14.500 itens. Entre as empresas do APL, 39 produzem equipamentos de segurança patrimonial e residencial, que abastecem mais de 70% do mercado brasileiro.

O presidente da Sindvel, Roberto Souza Pinto, comentou que o aglomerado de empresas trabalha em cooperação e sinergia, sem concorrerem umas com as outras. “As empresas do cluster se complementam com trabalhos em áreas diferentes como pesquisa, desenvolvimento e inovação, design de placa eletrônica, linhas de produção, desenho de moldes e gabinetes, entre outros modelos de fábricas próprias que se integram”, disse.

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