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Economia

09/06/2018

ONS prevê aumento da carga do sistema em 0,9%

Reuters
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São Paulo - A carga de energia elétrica do sistema brasileiro deve avançar 0,9% em junho ante o mesmo mês do ano anterior, projetou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) em relatório semanal na sexta-feira (8), mantendo praticamente inalterada sua previsão anterior, de 1%.

O órgão do setor elétrico também viu estabilidade nas expectativas de chuva na região das hidrelétricas, estimadas em 76% da média história para o Sudeste em junho, ante 77% na semana passada. No Nordeste, a previsão foi mantida em 39%.
Apesar da pouca mudança nas projeções, o ONS aumentou a expectativa do custo de operação do sistema.

A previsão do órgão do setor elétrico agora é que a usina mais cara a ser acionada para atender à demanda na próxima semana tenha custo de entre R$ 452,70 e R$ 466 por megawatt-hora, contra entre R$ 321 e R$ 432 na semana anterior.

CCEE - A liquidação das operações do mercado de eletricidade em abril, que promove pagamentos e recebimentos entre empresas do setor, arrecadou apenas R$ 840 milhões, de R$ 8 bilhões contabilizados e cobrados dos agentes, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Dos cerca de R$ 7,17 bilhões que ficaram em aberto no acerto de contas mensal feito pela CCEE, R$ 6,17 bilhões devem-se a uma longa disputa judicial, em que operadores de hidrelétricas têm conseguido evitar débitos relacionados ao chamado “risco hidrológico”.
Houve, ainda, cerca de R$ 1 bilhão em inadimplência de agentes na liquidação financeira, segundo a CCEE.

A disputa judicial teve origem ainda em 2015, conforme operadores de hidrelétricas precisaram comprar energia no mercado para cumprir compromissos devido a uma menor produção de suas usinas por fatores como baixo nível dos reservatórios.

As elétricas argumentam que a produção hídrica foi prejudicada não somente por fatores climáticos, mas por decisões do governo, como o uso de termelétricas emergenciais, e outros problemas, como falta de linhas de transmissão, o que as levou à Justiça para questionar cobranças.

O governo tem buscado um acordo com as empresas para que elas retirem as liminares em troca de uma compensação de parte dessas perdas que não seriam relacionadas ao chamado “risco hidrológico”, mas mudanças legislativas para permitir a negociação não têm avançado no Congresso até o momento.

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