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FEDERAMINAS - Negócios em Foco

05/05/2017

ACEs do Médio Piracicaba unem-se por duplicação da 381

Assessoria de Comunicação Federaminas
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Preocupadas com a morosidade das obras de duplicação da BR-381, na ligação entre Belo Horizonte e Governador Valadares, dirigentes das associações comerciais da região do Médio Piracicaba se reuniram em João Monlevade, dia 24, com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabiano Martins Cunha, para avaliar o ritmo de execução dos serviços. Diante das informações colhidas, as entidades decidiram apresentar ao governo, em Brasília, as demandas e dificuldades enfrentadas pela população local para gerar desenvolvimento e sustentabilidade aos municípios servidos pela estrada.

O encontro contou com lideranças empresariais de João Monlevade, Itabira, Bela Vista de Minas, São Domingos do Prata Nova Era, São Gonçalo do Rio Abaixo, Barão de Cocais e Santa Bárbara, que apontaram a necessidade de realização das obras da rodovia para alavancar o crescimento da região, com vistas ao seu desenvolvimento socioeconômico.

Situação atual – De acordo com as informações do superintendente do Dnit, Fabiano Martins Cunha, o departamento encontra-se empenhado em concluir e liberar o trecho da rodovia próximo a Caeté e, também, os trevos de acesso a Itabira e Barão de Cocais, objetivando a melhoria das condições de tráfego na região.

Também de responsabilidade da regional de Minas Gerais do Dnit, os lotes 1 e 2, no sentido Governador Valadares-Belo Horizonte, estão sendo reavaliados para se definir a viabilidade de suas obras, enquanto o lote 3, que dá acesso ao Vale do Aço, tem previsão de início de serviços neste mês de maio. Outras obras, conforme disse, vão passar por estudo e devem ser discutidas em audiência pública com as comunidades envolvidas. “Nossa meta neste ano é entregar produto à comunidade”, afirmou ele.

Os demais lotes, segundo Fabiano Cunha, estão sob responsabilidade do departamento em Brasília e, por isso, podem ter atraso no processo de início das obras, devido à difícil situação econômica do País, que prejudica a parte operacional e, ainda, a liberação de recursos.

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