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FEDERAMINAS - Negócios em Foco

04/03/2017

Acid pleiteia ação do governo que apresse obra na MG-050

Assessoria de Comunicação Federaminas
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Diante dos prejuízos que a morosidade das obras de melhorias e duplicação da rodovia MG-050 causa à economia regional, por dificultar o escoamento da produção, e aos interesses de uma população superior a 1,3 milhão de pessoas, a Associação Comercial de Divinópolis (Acid) pleiteou ao governador Fernando Pimentel providências do Executivo visando à solução do problema.

Ao participar de recente evento com a presença de Pimentel nesse município do Centro-Oeste mineiro, o presidente da Acid, Leonardo Santos Gabriel, entregou-lhe documento com a reivindicação do empresariado local. O líder classista reclamou, na ocasião, que, a despeito do recolhimento de grande volume de recursos pela concessionária da rodovia a título de pedágio, a empresa não vem cumprindo os prazos estipulados no cronograma das obras, causando prejuízos aos usuários da estrada, com reflexos negativos ao desenvolvimento da região. Segundo ele, os serviços na MG-050, em sua maioria, encontram-se com bastante atraso, em alguns casos, superior a um ano.

A respeito do assunto, o governador afirmou que discutiu a questão em recente reunião com os representantes da concessionária Nascente das Gerais, sinalizando que a não realização das obras contratadas poderia até mesmo implicar a revisão ou o cancelamento da concessão.

Parceria – A Parceria Público-Privada da Rodovia MG-050 foi implantada em julho de 2007, na modalidade de concessão patrocinada, entre a Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas (Setop) e a Concessionária da Rodovia MG-050 S/A – Nascente das Gerais, tendo como mediadores o Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-MG) e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig).

O contrato respectivo consiste na concessão da exploração da rodovia, nos trechos de Juatuba (entroncamento da BR-262), Itaúna, Divinópolis, Formiga, Piumhi, Passos e São Sebastião do Paraíso, entre outros, durante 25 anos, mediante cobrança de pedágio e contraprestação pecuniária a ser paga pelo governo mineiro. De acordo com o “Sumário Executivo da Concessão de Rodovias”, de janeiro do ano passado, a maioria das intervenções obrigatórias deveria estar concluída até o final de 2014, outras até fim de 2015 e apenas uma até maio de 2016. No entanto, as obras e intervenções sequer tiveram início.

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