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Prêmio José Costa

25/11/2015

Algar Tech ignora crise e mantém crescimento planejado para este ano

Ações da empresa visam à manutenção de um negócio sustentável
Mara Bianchetti
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José Afonso Almeida Barra, diretor Comercial da Algar, recebeu o prêmio em nome da empresa/Divulgação
Graças à adoção de práticas de gestão responsável baseadas em um tripé que inclui governança, talentos humanos e proximidade com clientes, a Algar Tech, pertencente ao Grupo Algar, sediado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, tem passada alheia à retração que atinge diversos setores da economia nacional. Tanto que, embora não revele números, a empresa vai encerrar 2015 com crescimento dentro do planejado no início do exercício. E para 2016, pretende manter o planejamento de longo prazo, não realizando quaisquer modificações em virtude do cenário ruim.

"Não mudamos e não vamos mudar nada do nosso planejamento em função do que pode acontecer na economia. Estamos partindo para 2016 com toda força, energia e resiliência necessários para vencer mais um exercício. Sabemos que não vai ser fácil, assim como 2015 não foi, mas a postura do grupo é de não aderir à crise", explica o diretor Comercial e de Marketing da Algar Tech, Nelson Serranegra de Paiva.

Foi essa postura também que levou a empresa a ser finalista e vencedora do Prêmio José Costa em 2015, uma iniciativa do DIÁRIO DO COMÉRCIO em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). Agraciada na categoria de Serviços, a companhia tem em seu planejamento estratégico a meta pelo crescimento a partir da integralidade e da responsabilidade socioambiental, assim como as demais empresas do grupo. Para isso, trabalha com soluções confiáveis e inovadoras.

"A crise está aí, mas a vida continua.  assim que temos tocado nossos negócios no decorrer deste exercício, trabalhando como ao longo dos últimos 15 anos. Para isso, adotamos ações que visam à manutenção de um negócio sustentável. Dentre elas, a empresa pratica três principais que funcionam como um tripé: governança, talentos humanos e proximidade com clientes", conta.

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Governança - Em relação ao primeiro item, Paiva explica que todas as áreas estão atreladas a uma governança que tem que ser seguida e acompanhada. Sobre o segundo, ele destaca a gestão de pessoas, algo que o grupo valoriza bastante. "Nossos recursos humanos não são recursos, são talentos. Nossos funcionários são nossos associados, porque entendemos que eles são parte do negócio. Essa valorização, inclusive, nos permite ter um índice de turnover muito baixo", afirma.

De maneira complementar, ele cita a proximidade da empresa com os clientes. "Esses são nossos maiores ativos. Temos clientes que estão conosco ao longo dos mais de 15 anos que temos de existência. Isso é muito importante para nós, porque o cliente tem que ter na empresa tranqüilidade e segurança para cuidar do negócio dele. E é o que fazemos", completa.

Outro ponto citado como fundamental na estruturação da gestão responsável pelo diretor Comercial e de Marketing da Algar Tech é a inovação. Principalmente em momentos de crise. Isso porque, segundo ele, é justamente nesses momentos que os clientes precisam de melhores serviços a custos menores, o que somente é possível a partir da inovação.

E dentro das ações de inovação, Paiva cita a instalação de painéis fotovoltaicos nos data centers da empresa, um na própria sede, em Uberlândia, outro em Campinas (SP). A estrutura de Minas Gerais inaugurada em abril deste ano corresponde a 30% do consumo do data center. A luz solar é captada por meio de 1.224 painéis fotovoltaicos de 245Wp de potência instalados no telhado do edifício, que ocupam 3.300 metros quadrados. A estrutura é capaz de gerar 450MWh por ano. " É o primeiro data center verde da América Latina", ressalta.

A 5ª edição do Prêmio José Costa ocorreu em outubro e contou com o patrocínio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM); com o copatrocínio do Banco Mercantil do Brasil e apoio da Interface Comunicação e Reciclo Comunicação.

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