Publicidade
22 de June de 2017
Login
Entrar

Negócios

15/06/2017

App gratuito mapeia espaços culturais da Capital

Daniela Maciel
Email
A-   A+
Criado para dar visibilidade aos espaços culturais da cidade e permitir que a população local e turistas conheçam a diversidade da produção cultural belo-horizontina, entrou em atividade o aplicativo RUA BH. O Roteiro Unificado das Artes (RUA) já mapeou cerca de 150 locais entre museus, bibliotecas, centros culturais, teatros e mais uma infinidade de espaços que mantém programação cultural regular.

Disponível gratuitamente nas lojas Google Play ou Apple Store dos celulares e pelo site www.ruabh.com.br, o projeto foi realizado pela Articular Gestão Cultural e Comunicação, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Municipal e apoio da Automax - concessionária de automóveis.

De acordo com a idealizadora do RUA BH e sócia da Articular, Laura Guimarães, o projeto consumiu R$ 50 mil. “A ideia do aplicativo surgiu quando começamos a estudar mapeamentos culturais e, em viagens para fora do Brasil, percebemos que diferentemente de outros lugares o que tínhamos aqui era muito generalista. Em Buenos Aires conhecemos o ‘Mapa de las Artes’, um guia focado em cultura, e partimos desse exemplo. As pesquisas começaram em 2014 e fomos aprovados no edital da Lei de Incentivo em 2016”, relembra Laura Guimarães.

Entre as funcionalidades do aplicativo estão o georreferenciamento, que indica os espaços mais próximos do usuário e a possibilidade de fazer a pesquisa a partir de filtros isolados ou conjugados como região, tipo de espaço (museu, teatro, biblioteca etc) e categoria artística (música, teatro, dança etc). E, por fim, existem os roteiros. Que são opções temáticas que ultrapassam a simples lista de espaços relacionados. São três roteiros: Pampulha, makers places e cultura afro-mineira.

A expectativa é de que em uma segunda fase o projeto seja monetizado a partir de ferramentas como banners publicitários dos espaços e promoções. “Por enquanto nosso objetivo é tornar o RUA BH conhecido e utilizado pelo maior número de espaços culturais e usuários. Convidamos todos os espaços que não estão listados a entrar em contato. Usamos três critérios básicos para cadastrar os equipamentos culturais. Eles precisam ter programação cultural; programação regular e um site de fácil acesso”, destaca a idealizadora do RUA BH.

Outro objetivo da empreendedora é que as informações disponíveis no sistema possam ser apropriadas por estudantes, produtores e instâncias governamentais para a construção de estratégias e políticas públicas culturais. “O RUA BH é um grande banco de dados validado por nós, que pode indicar tendências, vocações e subsidiar a construção de políticas culturais”, destaca a empresária.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

22/06/2017
Outlet vai movimentar mais de R$ 300 mi
Com inauguração prevista para o fim de 2018, empreendimento terá 9.430 metros quadrados de ABL
22/06/2017
Feira da ABF reúne em SP 400 opções de investimento no setor
Considerado um dos setores mais resistentes à crise, o franchising brasileiro mostra a sua força na 26ª edição da ABF Franchising Expo, que começou ontem em...
22/06/2017
Oi amplia portfólio de conectividade
A interação entre ambientes físico e digital é o objetivo principal da solução voltada para o mercado B2B lançada pela Oi ontem, em São...
22/06/2017
Sancionada, Lei da Gorjeta agrada garçons e patrões
Para o cliente nada muda, pagamento é opcional
22/06/2017
Como o tempo livre dos seus funcionários pode mudar sua empresa
Ter funcionários engajados e felizes pode ser a chave para atingir melhores resultados em sua empresa. Conheça agora a história da Galunion e como o seu modelo de gestão pode te ajudar com isso.
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.