17/08/2018
Login
Entrar

Internacional

03/08/2018

Apple atinge valor de mercado de US$ 1 tri

Empresa norte-americana de tecnologia se tornou a primeira listada em seu país a alcançar a marca
Reuters
Email
A-   A+
Ações da empresa dos Estados Unidos tiveram crescimento de mais de 50.000% desde sua oferta inicial de ações em 1980/LUCAS JACKSON / REUTERS
São Francisco - A Apple se tornou ontem a primeira empresa listada dos Estados Unidos (EUA) a alcançar valor de mercado de US$ 1 trilhão. As ações da criadora do iPhone acumulavam valorização de cerca de 9% desde a terça-feira (31), quando divulgou resultado do trimestre encerrado em junho e anunciou um programa de recompra de ações de US$ 20 bilhões.

Iniciada na garagem do cofundador Steve Jobs, em 1976, a Apple tem hoje uma receita superior ao Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal, Nova Zelândia, entre outros países. Ao longo do caminho, mudou a forma como os consumidores se conectam uns com os outros e como as empresas conduzem o comércio diário.

O valor do mercado da Apple é maior do que a capitalização combinada da Exxon Mobil, Procter & Gamble e AT&T. Atualmente, representa 4% do S&P 500.

Um dos três fundadores, Jobs foi expulso da Apple em meados da década de 80, apenas para retornar uma década depois e resgatar a empresa de computadores da falência.
Ele lançou o iPhone em 2007, revolucionando a indústria de celulares, pegando de surpresa empresas como Microsoft, Intel, Samsung e Nokia. Isso colocou a Apple no caminho para ultrapassar a Exxon Mobil em 2011 como a maior empresa norte-americana em valor de mercado.

As ações da empresa subiram mais de 50.000% desde sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1980, superando o aumento de aproximadamente 2.000% do S&P 500 no período.

Evolução - A Apple evoluiu da venda de computadores pessoais Mac para ser arquiteta da revolução móvel com seguidores fiéis à marca.

Jobs, que morreu em 2011, foi sucedido como presidente-executivo por Tim Cook, que dobrou os lucros da empresa, mas lutou para desenvolver um novo produto para replicar o sucesso do iPhone, que viu suas vendas diminuírem nos últimos anos.

Em 2006, um ano antes do lançamento do iPhone, a Apple gerou menos de US$ 20 bilhões em vendas e lucro de US$ 2 bilhões. No ano passado, suas vendas cresceram mais de 11 vezes, para US$ 229 bilhões - a quarta maior do S&P 500 - e a receita líquida cresceu duas vezes mais, para US$ 48,4 bilhões, tornando-a a empresa norte-americana mais lucrativa.

Uma das cinco empresas dos EUA desde a década de 80 a se tornar a maior empresa de Wall Street em valor de mercado, a Apple pode perder a liderança para empresas como Alphabet ou Amazon se não encontrar um grande novo produto ou serviço, pois a demanda por smartphones perde ritmo.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

17/08/2018
China e EUA acertam rodada de negociações para o fim deste mês
Reunião pode significar progresso na solução de conflito
17/08/2018
Itália e UE trocam acusações por queda de ponte
Roma - A atribuição de culpa alheia pelo colapso fatal da ponte Morandi, na Itália, se intensificou ontem com autoridades italianas e da União Europeia (UE) buscando...
15/08/2018
EUA ameaça com novas sanções e Turquia promete retaliar
Pressão americana é para que turcos libertem pastor
15/08/2018
Militares são presos suspeitos de ataque
Caracas - O procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, revelou, na terça-feira (14), que dois militares de alta patente foram presos por suposto envolvimento em explosões de drones...
14/08/2018
Argentina eleva taxa de juros para 45% para conter o dólar
Decisão ocorre após a crise na Turquia movimentar os mercados globais
› últimas notícias
Leia mais notícias ›
› Newsletter
O melhor conteúdo exclusivo e gratuito no seu e-mail:




Cadastrar
› Mais Lidas
Leia todas as notícias ›
Publicidade
› Assine o DC

Acesso completo

aos conteúdos online e versão impressa.
Único jornal especializado em Economia, Negócios e Gestão de Minas Gerais.
Ferramenta indispensável para fazer bons negócios.
› Edição Impressa


17 de agosto de 2018
Conteúdo exclusivo para assinantes
› DC no Facebook
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.