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Finanças

19/05/2017

Banco corta recomendação para as ações brasileiras

Com o conteúdo explosivo da delação do empresário Joesley Batista, B3 recorreu ao circuit breaker
Reuters
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Milão - O JP Morgan cortou ontem a recomendação para as ações brasileiras para neutra, dizendo que as reformas no País podem estar em risco após as denúncias envolvendo o presidente Michel Temer em um escândalo de corrupção.

Na véspera, O Globo noticiou que Joesley Batista, um dos controladores do frigorífico JBS, gravou Temer concordando com pagamentos para manter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso.

“Ainda que a tendência positiva para crescente atividade econômica e taxas de juros mais baixas deva persistir, nós rebaixamos taticamente as ações brasileiras de overweight para neutra em meio à percepção de risco maior de execução para aprovação das reformas”, escreveram estrategistas do JP Morgan liderados por Pedro Martins Junior em nota.

O JP Morgan informou que as incertezas decorrentes do escândalo devem levar os investidores a reduzir a exposição a ações sensíveis às taxas de juro e ao crescimento, bem como elevar o peso de ações fora do setor financeiro, de matérias-primas e papéis defensivos atrelados ao dólar.

No exterior, as ações de empresas europeias com exposição ao Brasil, incluindo o grupo varejista francês Casino e as operadoras Telefónica e Telecom Italia, caíam acentuadamente, reagindo às denúncias.

Nos Estados Unidos, o principal índice ETF tinha baixa de mais de 16% no pré-mercado norte-americano.

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