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Negócios

10/03/2018

BDMG disponibiliza R$ 16,2 mi para o turismo

Do total, R$ 9,8 mi já estão disponíveis para investimentos fixos, como compra de máquinas e equipamentos
Daniela Maciel
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Juros da linha Fungetur do BDMG são de 6% ao ano, mais atualização pelo INPC/Divulgação
As micro, pequenas e médias empresas do setor do turismo no Estado podem acessar uma linha de financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para expandir os negócios. Serão liberados R$ 16,2 milhões para investimentos fixos, como obras civis, compra de máquinas e equipamentos. Os recursos são do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) do Ministério do Turismo (Mtur). Do total, R$ 9, 8 milhões já estão disponíveis.

Para investimento de capital fixo, incluindo obras civis, o financiamento pode cobrir até 80% do valor total do projeto. O prazo de pagamento é de 240 meses e carência de até 60 meses. Os juros são de 6% ao ano, mais atualização pelo Índice de Preço ao Consumidor (INPC). Para compra de máquinas e equipamentos, pode chegar a 100% do valor do projeto. O prazo de pagamento é de 60 meses, com carência de até 12 meses. Os juros são de 5% ao ano, mais atualização pelo Índice de Preço ao Consumidor (INPC). Nos dois casos o limite é de R$ 10 milhões por grupo econômico. Dessa forma, o mesmo grupo pode solicitar financiamento para mais de um projeto. Se contemplado, porém, não poderá receber mais de R$ 10 milhões na soma total desses projetos.

De acordo com a diretora de Negócios do BDMG, Carolina Marinho, meios de hospedagem, agências de viagens, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos podem solicitar o financiamento.

"O público foi definido pelo Mtur, e somente entes privados podem participar. Micro, pequenas e médias empresas têm a preferência até mesmo pelo volume disponibilizado. As empresas já podem encaminhar o pedido e o ideal é que façam isso logo, agendando o atendimento na sede em Belo Horizonte ou por meio dos nossos correspondentes bancários espalhados pelo interior", alerta Carolina Marinho.

O turismo tem, aos poucos, se tornado um vetor de expressão para o desenvolvimento econômico e social do Estado. O recente reconhecimento por parte do MTur de mais dois destinos elevados para a categoria A no Mapa do Turismo - Tiradentes (Campo das Vertentes) e Camanducaia (Sul de Minas) - demonstram o acerto da estratégia. O Estado é o segundo no número de estabelecimentos - atrás apenas de São Paulo - e são mais de 380 mil empregados na cadeia produtiva do setor, o que representa 8,3% do total de empregados em outras atividades econômicas formais em Minas Gerais. A renda dos mineiros que trabalham nessas áreas, média mensal de R$ 1.518,21, teve alta, entre 2015 e 2016, de 9,1%, acima de outros estados do sudeste como São Paulo (7,8%) e Rio de Janeiro (6,4%). Os dados são um recorte da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur-MG), com base nos dados do Ministério do Trabalho.

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