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08/08/2018

BH ganha espaço para terapeutas e coachs

CWK investiu R$ 260 mil em sua unidade na região Centro-Sul da Capital para a prestação do serviço
Thaíne Belissa
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Luiza Parreiras destaca que atualmente os coworkings não são apenas para empresas de tecnologia/Alisson J. Silva
Uma das cidades com maior número de coworkings no Brasil, Belo Horizonte acaba de ganhar uma novidade no setor. A unidade da CWK Coworking do bairro Luxemburgo, na região Centro-Sul da Capital, inaugurou salas de atendimento com foco em psicólogos, terapeutas e coachs. O novo espaço faz parte de uma reforma para expansão do coworking, que teve investimento de R$ 260 mil. A expectativa é que, com a ampliação, o faturamento do espaço seja dobrado.

A unidade do Luxemburgo é uma franquia da marca mineira CWK Coworking, que tem sede na Savassi, também na região Centro-Sul da Capital, e mais uma unidade em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a proprietária da unidade do bairro Luxemburgo, Luiza Parreiras, essa é a primeira franquia da marca a construir salas de atendimento com foco em profissionais autônomos que trabalham com atendimento individual ou de poucos clientes, como é o caso psicólogos, terapeutas e coachs. Segundo a empresária, essas salas têm um perfil diferenciado das demais.

“Elas têm um revestimento acústico diferente para dar mais privacidade ao atendimento, assim como móveis mais úteis a esse segmento, como um divã e uma poltrona, além de mesa de apoio e televisão”, explica. Além disso, o formato de contratação do espaço é mais flexível do que as salas privativas, por exemplo. O profissional pode alugar a sala por hora com o custo de R$ 32.

“Percebemos que o mercado de psicologia está difícil e os profissionais têm, cada vez menos, condições de alugar um espaço. Pensamos nas salas de atendimento como uma alternativa ao aluguel de imóveis, opção que ainda obriga os psicólogos a se preocuparem com custos fixos, como IPTU, água e energia”, explica. A empresária destaca que, se for interesse do profissional, ele ainda pode utilizar o coworking como escritório virtual para ter endereço comercial e fiscal.

Luiza Parreiras explica que as novas salas fazem parte de uma reforma para expansão do coworking, que existe desde 2016. A empresária investiu R$ 260 mil na obra, que, além das quatro salas de atendimento, incluiu quatro salas privativas e duas salas de reunião. A expectativa é que a expansão atraia novos clientes e dobre o faturamento do coworking. O espaço atende, hoje, 20 empresas em diversas áreas como engenharia, mineração e advocacia e tem capacidade para comportar 47 pessoas.

A empresária afirma que, apesar de as salas de atendimento terem sido desenvolvidas com foco nos psicólogos, terapeutas e coachs, elas também podem ser úteis para outros profissionais que fazem atendimento individual ou de poucos clientes. É o caso, por exemplo, dos professores de idiomas ou de aula particular. Ela destaca que os coworkings têm sido cada vez mais utilizados por profissionais de diferentes setores.

“Não existe mais esse conceito do coworking só para empresas de tecnologia: existe uma gama de profissionais trabalhando nesses espaços. Em Belo Horizonte, inclusive, existem coworkings com perfis diferentes: alguns são muito procurados por negócios de inovação, outros têm uma grande concentração de advogados. O nosso tem um perfil bem corporativo e é mais tranquilo e silencioso”, diz.

Censo - De acordo com o Censo 2017 do Coworking Brasil, Belo Horizonte é a terceira cidade no Brasil em número de coworkings e possui 47 espaços nesse formato. A cidade com maior número de coworkings é São Paulo, com 217. Segundo o censo, em todo o Brasil são 810 coworkings, o que representa um crescimento de 114% em relação a 2016.

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