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Agronegócio

12/04/2018

BH sedia 1º Seminário da Cachaça

Evento será nos dias 17 e 18 de abril e visa toda a cadeia da produção artesanal de alambique
Da Redação
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A cachaça artesanal tem ganhado cada vez mais espaço dentro do agronegócio em Minas/Carlos Alberto/Imprensa MG/Divulgação
O governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realiza nos próximos dias 17 e 18 de abril o 1º Seminário Estadual da Cachaça Artesanal de Alambique. O evento será no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), em Belo Horizonte, e as inscrições gratuitas já estão abertas.

O evento espera reunir produtores, técnicos, comerciantes, empresas e instituições que estejam alinhados com as ações relacionadas à qualidade, segurança e certificação da cachaça artesanal de alambique.

A participação da cachaça artesanal vem crescendo no ranking dos produtos que se destacam no cenário do agronegócio mineiro e despertando a atenção do mercado internacional, mas não como commodity, a exemplo dos grãos soja e milho, e sim como bebida gourmet.

Na avaliação do superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, o segmento vem passando por uma mudança no perfil do consumidor, que está cada vez mais sofisticado, seletivo e exigente quanto à qualidade.

Segmento - A produção mineira está em torno de 150 milhões de litros. O Estado tem pouco mais de 4,2 mil alambiques informais. Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Cachaça (Anpaq), 700 são registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), órgão federal responsável pelo registro.

O Estado possui um programa de certificação da bebida, o Certifica Minas Cachaça. Executado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), o programa conta com 18 marcas certificadas. Segundo o superintendente Gilson Sales, para atender a esse novo perfil de mercado, o produtor deve investir na certificação da produção, tema que será um dos destaques do seminário.

“Os programas de certificação são de adesão voluntária, mas é um investimento que o produtor faz em seu negócio. O processo valoriza e promove a marca, coloca o produtor em dia com a legislação, permitindo que ele saia da clandestinidade para o mercado formal, e abre as portas de um nicho de mercado que procura exatamente por este produto diferenciado”, afirma Sales.

Tributação - Outro tema de grande interesse do setor produtivo que será abordado, durante o seminário, é o Simples Nacional. Segundo o superintendente do Sindicato das Indústrias da Cerveja e Bebidas em Geral (SindBebidas), Cristiano Lamêgo, será explicado aos produtores como vai ser a tributação a partir do momento em que se optar por esse regime diferenciado.

“Esta é uma conquista do setor, aprovada em janeiro deste ano. Quem optar pelo Simples Nacional vai ter uma redução em torno de 60% a 70% no volume de imposto”, avalia Lamêgo.

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