Publicidade
26/07/2017
Login
Entrar

Finanças

15/06/2017

Bolsa de valores tem alta de 0,15% após anúncio do Fed

Reuters
Email
A-   A+
São Paulo - O principal índice da bolsa paulista fechou praticamente estável na quarta-feira, após o Federal Reserve não surpreender e elevar os juros dos Estados Unidos, em sessão pressionada pela forte queda nos preços do petróleo, enquanto as ações do Bradesco ficaram entre as maiores influências positivas.

O pregão foi marcado ainda por vencimento de opções sobre o Ibovespa e sobre o índice futuro, adicionando volatilidade aos negócios.

O Ibovespa fechou em leve alta de 0,15 %, a 61.922 pontos, após subir pouco mais de 1% na máxima do dia e cair 0,52% no pior momento da sessão. O giro financeiro somou R$ 22,17 bilhões, inflado pelos vencimentos.

O banco central norte-americano elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 1% a 1,25%, citando contínuo crescimento econômico dos Estados Unidos e o fortalecimento do mercado de trabalho, e anunciou que começará a reduzir sua carteira de Treasuries e outros títulos este ano. “Acabou a expectativa com o Fed, que foi dentro do consenso, então agora a gente volta para as nossas questões internas”, disse o gerente de renda variável da H.Commcor Ari Santos.

Os receios com a situação política brasileira permanecem no radar dos investidores, que ainda esperam mais clareza sobre o andamento das reformas no Congresso Nacional, diante da crise que afeta o governo desde as acusações contra o presidente Michel Temer.

Leia também:
Moeda norte-americana recua 0,84% frente ao real

Destaques
- Bradesco PN ganhou 3,87%, o melhor desempenho do setor bancário do Ibovespa, após o banco informar que a Justiça decidiu trancar a ação contra o diretor-presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, no âmbito da operação Zelotes. As ações ordinárias subiram 3,37%.

Itaú Unibanco PN avançou 0,89 %, também colaborando com o tom positivo do índice devido ao peso das ações em sua composição, mas afastando-se das máximas da sessão, quando subiu 2 %.

Petrobras PN perdeu 2,47% e Petrobras ON recuou 2,38%, acompanhando as fortes baixas dos preços do petróleo no mercado internacional, que foram pressionados pelos dados de estoques nos Estados Unidos.

Vale PNA caiu 1,37% e Vale ON perdeu 1,02%, revertendo os ganhos vistos mais cedo e na contramão da alta para os contratos futuros do minério de ferro na China, que se recuperaram de mínima em sete meses. Com o movimento desta sessão, os papéis da mineradora engataram a terceira sessão seguida de perdas.

Cesp PNB, que não faz parte do Ibovespa, caiu 4,8%. A empresa informou na véspera que o Conselho Diretor do Programa de Desestatização decidiu recomendar o prosseguimento da venda da empresa sem considerar a renovação do prazo das concessões de suas usinas. Após o anúncio, o Credit Suisse cortou a recomendação das ações da elétrica para ‘neutra’ ante outperform e reduziu o preço-alvo a R$ 20, ante R$ 23.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

26/07/2017
Dúvidas com meta fiscal elevam dólar
Moeda sobe para R$ 3,17 e Bolsa tem forte movimento graças às ações da Vale e Petrobras
26/07/2017
Expectativa é de queda da Selic para 9,25%
Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou ontem, em Brasília, a quinta reunião do ano para definir a taxa...
26/07/2017
Moody?s rebaixa perfil do sistema bancário
São Paulo - A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou ontem o perfil macroenômico para o sistema bancário brasileiro para...
26/07/2017
Gás natural: BNDES vai estruturar privatização de estatais
Rio de Janeiro - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) publicou os editais para contratar as consultorias que trabalharão na estruturação e...
25/07/2017
Copom inicia hoje reunião para definir taxa de juros
Selic pode cair para 9,25%
› últimas notícias
MRV planeja atingir marca de 500 mil unidades em 10 anos
Cemig se esforça para impedir leilão de suas usinas
AGU rebate argumentos de juiz do DF
TCU adverte Dyogo Oliveira sobre meta fiscal
Temer não considera a possibilidade de mexer no déficit deste ano
Leia mais notícias ›
› Newsletter
O melhor conteúdo exclusivo e gratuito no seu e-mail:

Cadastrar
› Mais Lidas
Mineração: Setor ganha hoje novo marco regulatório
Drogarias e cosméticos têm expansão em BH
Precon recebe certificação inédita no País
Festival apresentará iguarias de sete regiões do Estado
MRV planeja atingir marca de 500 mil unidades em 10 anos
Leia todas as notícias ›
Publicidade
› DC RH
Reforma 'é benéfica', avaliam especialistas
'Jornada intermitente é polêmica'
10 mudanças importantes para o mercado
Gestão de carreira: Cuidar da imagem pessoal abre oportunidades
TI e RH: entenda os benefícios dessa união
Leia todas as notícias ›
› Assine o DC

Acesso completo

aos conteúdos online e versão impressa.
Único jornal especializado em Economia, Negócios e Gestão de Minas Gerais.
Ferramenta indispensável para fazer bons negócios.
› Edição Impressa


27 de July de 2017
Conteúdo exclusivo para assinantes
› DC no Facebook
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.