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DC Franquia

24/01/2017

Buddys Escola de Tecnologia planeja a abertura de 15 unidades

Em dois anos, empresa dobrou de tamanho a cada semestre
Thaíne Belissa
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Na Buddys as turmas são divididas por nível dos alunos e não idade/Divulgação
Cada vez mais inseparáveis dos dispositivos digitais, as crianças e adolescentes do século 21 podem usar seu tempo com a tecnologia de forma mais produtiva. Pelo menos essa é a proposta da Buddys Escola de Tecnologia, franquia mineira que ensina ao público infantojuvenil habilidades diversas por meio da programação e da robótica. Com apenas dois anos de mercado, a empresa esbanja um crescimento acelerado em pleno período de crise econômica e vai expandir suas unidades pelo País, passando de duas para 17 até o fim deste ano.

Atualmente, além da sede no bairro Sion, na região Centro-Sul da Capital, a empresa tem uma filial no bairro Ouro Preto, na Pampulha, e atende 200 alunos. Com uma proposta inovadora, experimentou, nos primeiros anos de operação, um crescimento acelerado, dobrando de tamanho a cada semestre. Para acompanhar esse sucesso, os sócios decidiram adotar o modelo de franquia, a fim de garantir uma expansão ágil e segura. “O modelo de franquia está consolidado no Brasil, principalmente em serviços educacionais, que tem grande abertura no mercado”, analisa o sócio-fundador, Marlon Wanderllich.

Segundo ele, a expectativa é inaugurar no primeiro semestre de 2017 quatro unidades em Belo Horizonte, nos bairros Cidade Nova, na região Nordeste, Dona Clara, na Pampulha, Cidade Jardim e Santo Agostinho, na região Centro-Sul. De acordo com ele, as localizações são estrategicamente pensadas, já que seu público é de classe A e B. “A programação está começando a ser mais difundida, mas a maioria das pessoas não conhece ou não sabe a importância dela na vida das crianças. As famílias de público A e B, além de terem mais poder aquisitivo, estão mais familiarizadas com a importância do ensino da programação”, explica.

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Ainda no primeiro semestre, há previsão de inauguração de uma unidade em Conselheiro Lafaiete, na região Central do Estado. O destino será a primeira experiência no interior do Estado. Para o segundo semestre, a meta é abrir outras 10 unidades em outros estados do País - ainda não definidos. De acordo com Wanderllich, o investimento em cada unidade da Buddys é de R$ 80 mil a R$ 120 mil, dependendo do ponto, e a média de retorno é em 18 meses. Segundo o sócio, uma unidade com 100% de lotação fatura, em média R$ 50 mil por mês.

Apaixonado por tecnologia e pelos impactos positivos que ela traz às pessoas, Wanderllich explica que a escola lida com os dispositivos não como um fim, mas um meio. Segundo ele, a ideia é ensinar crianças de 7 a 15 anos a programarem e lidarem com conceitos de lógica, matemática e robótica para que elas ganhem novas habilidades, como proatividade, espírito empreendedor e criatividade.

O primeiro módulo oferecido é o de lógica e matemática, que ensina conceitos como condicionais, estruturas de repetição, plano cartesiano e operações básicas. Em seguida o aluno pode optar por três módulos diferentes: games; aplicativos e web e maker, sendo que esse último é focado em prototipagem e robótica. O curso é oferecido em dois planos, sendo que o semestral custa R$ 1.920 e o anual R$ 3.240.

As turmas são divididas por nível dos alunos e não idade, de forma que, em uma mesma sala, podem ter crianças de idades diferentes. “Essa metodologia ajuda muito a operação, pois não ficamos dependendo de formação de turma de crianças da mesma idade”, completa.

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