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07/12/2017

Café-coworking Guaja planeja avanço com foco nacional

Daniela Maciel
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Quase dois anos depois de se mudar para uma icônica casa modernista no estilo iate, tombada pelo patrimônio municipal, com 480 metros quadrados, na avenida Afonso Pena, esquina com rua Santa Rita Durão, tornando-se o primeiro café-coworking da cidade, o Guaja prepara um novo ciclo de expansão, agora com foco nacional.

As ações começaram em setembro, com uma reformulação no modelo de negócios, que modificou o site do empreendimento, dando a ele um caráter menos institucional e agregando funcionalidades de uma plataforma de negócios. De acordo com o fundador do Guaja, Lucas Durães, ainda fizeram parte desse movimento o programa de distribuição de bolsas para cursos e oficinas e a parceria com a Mito – Cafés Especiais, além de outros projetos desenvolvidos com parceiros como Inhotim e Pátio Savassi.

“Nosso lema é ‘empoderar pessoas’. E sempre pensamos em como empoderar mais pessoas. Chegou a hora de pensar no Guaja como uma marca nacional. Poderíamos abrir uma casa em São Paulo ou no Rio de Janeiro, mas isso seria continuar agindo localmente, só que em outros lugares. Daí, entendemos que uma opção era transformar o site em uma plataforma de conteúdo e chegar com nossas ideias, cursos e oficinas a todo lugar”, explica Durães.

Conexão - Com os tópicos arquitetura, arte & cultura, amor, cidades, design, educação, gastronomia, tecnologia, trabalho e vida contemporânea, o novo portal pretende ser o lugar de encontro da comunidade que existe em torno do Guaja, conectando produtores e seus produtos, professores, usuários e profissionais. Além dos cursos on-line, o market place e a agência são duas das principais ferramentas para esse propósito.

“É uma equipe de sete pessoas trabalhando ativamente no desenvolvimento desse projeto, que vão além do site, à produção de vídeos, vamos criar um canal no Youtube. Nosso principal investimento é em pessoas. O market place não exigiu um grande investimento, porque não temos estoque próprio, o mesmo acontecendo com a agência, que conecta profissionais a projetos e a remuneração é calculada de acordo com o que repassamos aos membros da comunidade que participam. Como não é um investimento em coisas físicas, é difícil calcular o valor, mas podemos considerar que estamos fazendo um investimento de R$ 20 mil mensais em equipe”, pontua o fundador do Guaja.

Para o início de 2018 está previsto o lançamento do edital do projeto Rosaguaja – um concurso nacional de design para jovens profissionais de até 35 anos, em parceria com a Líder Interiores. Os ganhadores deverão ter as peças produzidas pela mobiliadora.

Os planos para o próximo ano são o reflexo dos resultados de 2017. Apesar de a crise econômica ter diminuído o ritmo projetado dos negócios, o coworking alcançou as metas estabelecidas. “Acredito que atuamos em um mercado que não sofre tanto com a crise, porque é muito novo, está se inventando ainda. Talvez as coisas pudessem acontecer com mais rapidez se não fosse um contexto de crise econômica. Mas não é algo que nos impede de crescer e levar os planos adiante”, afirma o empresário.

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