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Internacional

26/04/2018

Camex libera tratativas para ação na OMC

Reuters
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Ministro da Agricultura alega que veto da UE ao frango brasileiro tem caráter comercial/Jonas Oliveira/Fotos Públicas
São Paulo - Os ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizaram por unanimidade o início das tratativas de abertura de contencioso junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar barreiras impostas pela União Europeia (UE) à carne de frango brasileira.

A proposta foi encaminhada pelo Ministério da Agricultura depois que o bloco econômico decidiu embargar exportações alegando a presença da bactéria salmonella no produto, segundo comunicado oficial divulgado ontem.

“A comunidade europeia argumenta com uma questão sanitária, mas se os frigoríficos brasileiros pagarem uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandarem tudo como carne in natura, o produto entra na UE sem problemas sanitários”, disse o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em nota.

“Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou.
Pagando a tarifa extra-cota, as exigências sanitárias quanto a salmonellas são reduzidas de 2.600 tipos da bactéria para dois, segundo o ministério.

A União Europeia decidiu, na semana passada, proibir as importações de produtos de carne, principalmente aves, de 20 fábricas brasileiras que eram autorizadas a exportar para o bloco europeu, em um desdobramento do escândalo gerado pela segunda fase da operação Carne Fraca, que teve a BRF como um dos alvos.

De acordo com esboço da decisão da UE obtido pela Reuters, a medida do bloco europeu atingiu 12 unidades da BRF, que é dona das marcas Sadia e Perdigão e é a maior exportadora de carne de frango do mundo.

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