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Internacional

06/04/2018

China aciona OMC contra tarifas dos EUA

Ministério do Comércio chinês afirma que medidas norte-americanas caracterizam protecionismo comercial
Reuters
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Estados Unidos anunciaram em março sobretaxa de 25% ao aço/Arquivo DC
Xangai/ Washington - O Ministério do Comércio da China informou ontem que iniciou procedimento de resolução de disputas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre tarifas dos Estados Unidos (EUA) sobre importações de aço e alumínio.

A medida segue a rivalidade entre os dois países sobre livre comércio, que passou de investigação norte-americana sobre práticas de propriedade intelectual da China para imposição de tarifas sobre importações.

Em março, os EUA impuseram sobretaxas de 25% e 10% sobre as importações de aço e alumínio, respectivamente, mas concederam isenções temporárias para alguns países, como o Brasil e integrantes da União Europeia.

O Ministério do Comércio chinês disse que as medidas dos Estados Unidos contra o aço e o alumínio não visam manter a segurança nacional, são protecionismo comercial.

Leia também:
Brasil acredita que obterá isenção em produtos

Violação às regras
- O ministério disse em um comunicado publicado em seu site que a ação dos EUA foi uma “grave violação do princípio de não discriminação do sistema multilateral de comércio” e violou seus compromissos de redução de tarifas sob a OMC.
Após os Estados Unidos não conseguirem negociar uma compensação, a China teve que iniciar o processo de solução de controvérsias para defender seus direitos e interesses, disse o ministério.

O escritório do Representante de Comércio dos EUA disse anteriormente que as tarifas foram colocadas em prática por razões de segurança nacional e as objeções eram “infundadas”.

As regras da OMC incluem uma isenção para medidas relacionadas à segurança nacional.

Culpa de Pequim - As recentes ações comerciais do governo de Donald Trump em relação à China não pretendem penalizar nenhuma indústria ou os mercados, mas Pequim deve assumir a culpa por qualquer impacto na economia norte-americana, disse ontem o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow.

“Nossa intenção não é penalizar ninguém. Nossa intenção é abrir mercados e investimentos e reduzir barreiras: esse é o acordo”, disse Kudlow a repórteres na Casa Branca. “Qualquer dano à nossa economia vem das práticas restritivas da China. Culpem a China, não culpem Trump”.

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