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18/05/2018

City 2018 recebeu pequenas mudanças

Sedan compacto da Honda teve algumas alterações no design e conta com novo sistema multimídia
José Oswaldo Costa
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O Honda City teve 4.761 unidades vendidas até a última quarta-feira. No mesmo período, o desempenho de alguns de seus concorrentes diretos, no segmento de sedans compactos premium, foi o seguinte: Volkswagen Virtus - 10.527 unidades; Nissan Versa - 8.558 unidades;  Fiat Cronos - 6.542 unidades; e Chevrolet Cobalt - 5.843 unidades.

Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Para a linha 2018, o modelo passou por algumas sutis alterações na dianteira e na traseira. Além disso, ganhou novo sistema multimídia, com GPS e câmera de ré, na versão avaliada pelo DC Auto, a topo de linha EXL.

Na dianteira, foram alterados o para-choque e a grade do radiador. A barra cromada, característica da Honda, que faz a ligação entre os faróis está mais fina. Aliás, nessa versão, os faróis são em LED e o modelo conta com DRL (Daytime Running Light ou luzes de rodagem diurnas).

O para-choque traseiro também passou por mudanças. Ele recebeu um elemento de plástico com formato tipo colmeia (como ocorre na grade do radiador) entre os “olhos de gato” das extremidades. As lanternas, que também contam com LED, receberam elementos translúcidos para a área das setas.

Na lateral, o destaque fica por conta das novas rodas, em liga leve, de 16 polegadas. As palhetas do limpador de para-brisa passam a ser do tipo flat blade.

O motor do Honda City é bem conhecido dos brasileiros. Trata-se de um 1.5 capaz de render 115/116 cv (gasolina/etanol) e 15,2 / 15,3 kgfm de torque (gasolina/etanol). O câmbio é do tipo CVT e pode simular 7 marchas. Inclusive, elas podem se mudadas através de “borboletas” (paddle shift) atrás do volante. O câmbio conta com a função S para trocas mais “esportivas”, deixando que a rotação do motor suba mais entre as mudanças de marcha.

Se não é brilhante, o conjunto mecânico cumpre bem o seu papel. O Honda City mostrou um desempenho adequado em estradas, inclusive em ultrapassagens, e é bastante ágil no trânsito urbano. Na estrada, em situações de rotações mais altas, o barulho do funcionamento do motor invadiu o interior do carro. Mas nada que incomode muito.

No geral, o sedan compacto é prazeroso de dirigir e mostra um bom conforto ao rodar. O conjunto da suspensão permite que o motorista percorra curvas mais fechadas, em velocidade mais elevada, sem sustos. Poderia ser um pouco mais macio já que, como é característico da marca (principalmente no Fit), transfere algumas irregularidades para o interior.

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