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16/12/2016

Cultivo de alho deve crescer em Minas Gerais

Da Redação
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O bom preço do alho em 2016 estimulou aumento do plantio/Alisson J. Silva
O clima em 2016 teve grande impacto na produção de hortifrútis em Minas Gerais, sendo que dois fatores inversos contribuíram para o desabastecimento: a geada e a seca. O mês de abril foi quente e seco em grande parte do País, o que afetou a produção nacional. Em maio e junho o problema foi o rigoroso inverno, principalmente na região Sul. As geadas provocaram a falta de produtos nos mercados sulistas, que recorreram ao Sudeste. Minas ajudou a abastecer o Sul do Brasil, fato que elevou o preço de vários hortifrútis.

Alho - O bom preço de 2016 estimulou o aumento de plantio. Rio Paranaíba, que detém 70% da produção mineira, elevou 25,6% a área de cultivo, que passou para 3,2 mil hectares. A produção chegou a 47,7 mil toneladas, superando a safra anterior, que foi de 36 mil toneladas.

Batata - A produção aumentou 1,5%, passando de 1,21 milhão de toneladas na safra 2014/15 para 1,23 milhão, em 2015/16. A área colhida reduziu um pouco, de 38,7 mil/ha para 38,67 mil/ha. Mas a produtividade aumentou de 31.330kg/ha para 31.830.

Tomate - Na safra passada foram produzidas 544 mil toneladas, contra 541 mil na anterior. A área de cultivo se manteve próxima a 8 mil hectares.

Perspectivas - A tendência é de leve aumento no volume de produção dos principais hortifrútis, em Minas Gerais. A economia brasileira parece estar se restabelecendo e os custos de produção projetados para o próximo ano podem manter-se estáveis ou ter leve redução, já que o dólar mais baixo deixará insumos importados mais baratos. Nos primeiros meses de 2017 a expectativa é de que ocorram chuvas volumosas em Minas, em nível próximo à média histórica. Com isso, a projeção é de alimentos com preços mais baixos, favorecendo o consumidor final.

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