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Economia

17/04/2018

Dívidas em atraso do consumidor registram queda de 7,64% em BH

Ana Carolina Dias
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Os belo-horizontinos estão menos endividados de acordo com o Indicador de Dívidas em Atraso junto ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH). O levantamento apontou que em março foi registrada uma redução de 7,64% no número de dívidas em atraso na comparação com o mesmo mês de 2017. Em relação ao mês anterior, houve queda de 0,99%.

A economista da CDL-BH, Ana Paula Bastos, destacou que a redução da taxa de desemprego, de 14,5% no terceiro trimestre de 2017 para 11,3% no quarto trimestre do mesmo ano, e o crescimento da renda real têm possibilitado aos consumidores da Capital a quitação de dívidas.

O número de pessoas endividadas apresentou queda em todas as bases de comparação. Em relação a fevereiro, houve redução de 0,24% em março.

A maioria das dívidas está entre as pessoas com mais de 65 anos, que responderam por 3,92% dos pesquisados. Na análise da economista, as pessoas dessa faixa etária são responsáveis financeiramente pelas famílias e aposentados. Já o levantamento por gênero aponta que o número de dívidas caiu mais para os homens (-8,07%) do que para as mulheres (-7,81%), o que pode ser atribuído à inserção no mercado de trabalho.

Empresas - As dívidas em atraso de pessoas jurídicas registraram queda de 0,28% em março na comparação com o mês anterior, marcando o primeiro recuo nessa base de comparação nos últimos cinco anos. No entanto, na variação anual, o indicador mostrou crescimento de 4,31%. O número médio de dívidas de pessoas jurídicas em março foi de 2,01 por empresa.

Já o número de pessoas jurídicas inadimplentes caiu 0,38% em março na variação mensal e, em relação ao mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 5,86%.

O setor com a maior quantidade de devedores registrados em março foi o de serviços com 7,88%. O levantamento da CDL-BH mostrou que os empreendimentos do segmento têm enfrentado dificuldades para arcar com os compromissos básicos em relação à manutenção do negócio, como fornecedores e funcionários. Comércio e indústria aparecem na sequência, com 5,25% e 3,90%, respectivamente.

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