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Finanças

08/07/2007

Dólar testou o piso de R$ 1,90

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O dólar à vista retomou a queda ontem e testou pela manhã o piso informal de R$ 1,90, caindo até a mínima de R$ 1,899 (-0,78%). Mas o mercado acabou dando sustentação ao pronto, que terminou acima desse suporte: em baixa de 0,60%, a R$ 1,9025 na roda da BM&F, e de 0,57%, a R$ 1,903 no balcão. Como esta semana o pronto só exibiu leves altas (de 0,26% e 0,21%, respectivamente) anteontem, as cotações já contabilizam em julho até o momento perdas de 1,37% e 1,40%, pela ordem. No ano, a desvalorização ante o real é de 10,9% nos dois ambientes de negócio.

O risco Brasil e o de países emergentes seguiram com fortes quedas, pelo segundo dia consecutivo. Esse cenário estimulou ofertas de dólar e a queda dos preços, apesar do fluxo cambial negativo. “O preço atual do dólar desestimula os exportadores”, disse um profissional. Por isso, o giro total à vista foi bem fraco, caiu 13%, para cerca de US$ 2,640 bilhões (US$ 1,991 bilhão em D 2).

O comportamento da moeda americana no mercado doméstico reflete os bons fundamentos macroeconômicos do país e o ambiente externo de liquidez favorável, embora persistam preocupações com a inflação global, os problemas no mercado hipotecário subprime norte-americano e o movimento de aperto monetário emvários países.

A expectativa dos operadores de câmbio é que, se o cenário externo continuar favorável, o dólar poderá voltar a testar R$ 1,90 na próxima semana e até vir a fechar abaixo desse suporte.

Risco-país — Por volta das 18 horas, o risco-país recuava 3,92% (-6 pb) a 147 pontosbase; e a taxa de risco dos emergentes caía 4,17% (-7 pb), a 161 pontos-base.

No mercado de dólar futuro da BM&F, seis vencimentos projetaram quedas e apenas o dólar novembro07 indicou alta, de 0,10%, a R$ 1,942. O dólar agosto07, mais líquido, apontou recuo de 0,58%, a R$ 1,909; e o dólar julho08, queda de 0,70%, a R$ 1,973. O volume negociado somou cerca de US$ 14,59 bilhões (292.851 contratos).

No leilão de hoje, o Banco Central teria comprado cerca de US$ 200 milhões. A taxa de corte ficou em R$ 1,9010. O BC teria aceitado dez propostas, de sete bancos. No total, 16 propostas tiveram taxas declaradas, de R$ 1,8992 a R$ 1,903. Sete instituições não informaram as taxas. (AE)

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