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Negócios

11/01/2017

Dotz atinge 2 milhões de clientes na RMBH

Grande BH foi a praça-teste da empresa que completou oito anos de operação
Daniela Maciel
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De acordo com Cláudia Campolina, o número de parceiros na região cresceu 15%/Alisson J. Silva
Em um eterno “caso de amor” com Belo Horizonte, afinal a cidade foi a sua praça-teste, a Dotz comemora os oito anos de vida, alcançando só na Capital e entorno 2 milhões de clientes, o que totaliza 10% da base de consumidores da empresa.

De acordo com a diretora regional, Cláudia Campolina, a praça BH cresceu 15% no número de parceiros. O número de clientes Dotz também continua crescendo, houve uma evolução de 13% no último ano, o que representa uma participação de 73% na população target - índice sete vezes maior que o indicador nacional.

“O mineiro realmente assumiu a Dotz para que sua vida renda mais. E mesmo após sete anos de operação continuam entrando no programa uma média de 17mil novos clientes mensalmente em Belo Horizonte. Parcerias como a Vivo, Ri Happy e Polishop expandiram suas operações com Dotz no Brasil, a partir da operação em Belo Horizonte”, comemora Cláudia Campolina.

Outro destaque em Belo Horizonte foi a parceria com o Minas Tênis Clube, a partir de julho do ano passado. Além do patrocínio ao time de basquete masculino também há a distribuição de Dotz por mensalidade paga. “Queríamos oferecer mais vantagens para os associados e a distribuição por mensalidade foi a maneira escolhida. Essa é mais uma estratégia de consolidação da empresa e do segmento pensada especialmente para BH”, afirma a diretora regional.

Mas não é só a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) que interessa à Dotz no Estado. Para 2017, segundo o gerente regional, Marcelo Carneiro, quatro centros regionais estão na mira da empresa. No Norte de Minas: Montes Claros; no Leste: Governador Valadares; na Zona da Mata: Juiz de Fora; e no Sul do Estado uma cidade ainda a ser definida.

“A procura por varejistas de cidades próximas a BH vem aumentando. No interior existem conversas bastante adiantadas. Precisamos de um parceiro com forte capilaridade em cada praça dessas para abrir o mercado e então passar a trabalhar com as empresas regionais”, argumenta Carneiro.

Análise - Para os parceiros, além de proporcionar aumento direto no consumo e fidelização de clientes, o programa de coalização passou a fornecer desde o ano passado um relatório com a análise do cupom de compras sobre os hábitos de consumo dos clientes. A partir dessa ferramenta, os clientes passam a receber um tabloide digital (via SMS ou e-mail) com ofertas direcionadas. Para isso a empresa investiu em CRM (Customer Relationship Management), usado para gerenciar o relacionamento com os clientes e BI (Business Inteligence), que tem a função de orientar administradores na tomada de decisões, R$ 19,5 milhões.

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