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24/07/2014

Suspeito de estelionato preso em AL vai responder por crime internacional

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Com as investigações avançadas sobre uma série de golpes milionários que lesaram investidores brasileiros e empresas internacionais, o suspeito de estelionato Álvaro Vieira de Melo Cativo, 32, preso pela Polícia Civil de Alagoas (PC) na última segunda-feira (21), em Maceió, vai responder também por crime internacional.

Segundo o delegado da Polícia Civil de Alagoas, Nivaldo Aleixo, responsável por dois inquéritos que investigam crimes de estelionato e formação de quadrilha, a Polícia Federal também vai entrar no caso, já que existem outros inquéritos contra Álvaro Cativo que apuram denúncias de sonegação fiscal, crime contra o sistema financeiro, falsificação de documentos e transporte irregular de material radioativo.

“Nesta quinta-feira duas pessoas que foram vítimas dos golpes aplicados por Álvaro Cativo prestaram depoimento. Amanhã outras serão ouvidas pela Polícia Civil e ele deve prestar depoimento na Polícia Federal, diante de outros inquéritos abertos na esfera federal que investigam crimes de proporção internacional. Entre eles, um de grande proporção, a falsificação de documentos e transporte irregular de material radioativo, crime que pode resultar em até 12 anos de prisão”, disse Nivaldo Aleixo.

Com as investigações avançadas sobre uma série de golpes milionários que lesaram investidores brasileiros e empresas internacionais, o suspeito de estelionato Álvaro Vieira de Melo Cativo, 32, preso pela Polícia Civil de Alagoas (PC) na última segunda-feira (21), em Maceió, vai responder também por crime internacional.

Segundo o delegado da Polícia Civil de Alagoas, Nivaldo Aleixo, responsável por dois inquéritos que investigam crimes de estelionato e formação de quadrilha, a Polícia Federal também vai entrar no caso, já que existem outros inquéritos contra Álvaro Cativo que apuram denúncias de sonegação fiscal, crime contra o sistema financeiro, falsificação de documentos e transporte irregular de material radioativo.

“Nesta quinta-feira duas pessoas que foram vítimas dos golpes aplicados por Álvaro Cativo prestaram depoimento. Amanhã outras serão ouvidas pela Polícia Civil e ele deve prestar depoimento na Polícia Federal, diante de outros inquéritos abertos na esfera federal que investigam crimes de proporção internacional. Entre eles, um de grande proporção, a falsificação de documentos e transporte irregular de material radioativo, crime que pode resultar em até 12 anos de prisão”, disse Nivaldo Aleixo.


Segundo o delegado da PC, que deve fechar os inquéritos nos próximos dias, a Justiça já decretou a prisão preventiva de Álvaro Cativo, que encontra-se detido na casa de Custódia em Maceió. “A prisão foi decretada diante do primeiro inquérito de estelionato, que apura o golpe no valor de R$ 2,5 milhões aplicados em empresários alagoanos em fevereiro deste ano”, expôs o delegado Aleixo ao destacar que diante das evidências e proporção dos crimes, que lesou empresas nos Estados Unidos e Japão, a Polícia Internacional (Interpol) pode ser acionada.

No levantamento feito pela Polícia Civil de Alagoas foi constatado que há denúncias e inquéritos abertos contra Álvaro Cativo nas Polícia Civil de Pernambuco e Polícia Federal de São Paulo.

Prisão
A Polícia Civil de Alagoas prendeu, na tarde de segunda-feira (21), um homem suspeito de aplicar golpes no Brasil e no exterior que ultrapassam o valor de 30 milhões de dólares. De acordo com o delegado Nivaldo Aleixo, do 9º Distrito Policial, Álvaro Vieira de Melo Cativo, 32, foi preso em flagrante quando estava em um shopping em Maceió. A polícia chegou até ele após uma denúncia anônima de que ele estaria fechando mais um negócio fraudulento na capital.

O suspeito, natural de Pernambuco, foi levado ao 9º DP para prestar depoimento. A reportagem tentou entrevistá-lo, mas ele se recusou a falar com a imprensa. De acordo com informações da Polícia Civil, Cativo vendia cotas de uma empresa registrada no nome dele, a Minerium Ltda, a possíveis investidores. As investigações apontam ainda que ele chegava a vender a outras empresas um minério chamado tantalita, produto composto de ouro. Entretanto, o produto enviado, na verdade, era o terceiro produto do minério, que já não tem validade no mercado.


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