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Economia

18/11/2017

Falta trabalho para 26,8 milhões de brasileiros, de acordo com o IBGE

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Rio - A taxa composta de subutilização da força de trabalho passou de 23,8% no segundo trimestre de 2017 para 23,9% no terceiro trimestre, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,8 milhões de pessoas no País no terceiro trimestre. No segundo trimestre, eram 26,3 milhões nessa condição. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 21,2%.
O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar.

A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação foi de 18,5% no terceiro trimestre de 2017. No trimestre imediatamente anterior, o indicador tinha ficado em 18,6%.

O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior, somadas às pessoas desocupadas.
Já a taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial foi de 18,3% no terceiro trimestre de 2017, abaixo dos 18,5% registrados no segundo trimestre do ano anterior.

A queda no emprego com carteira assinada e a alta nos trabalhos sem carteira assinada, na comparação do terceiro trimestre com igual período de 2016 foram generalizadas no território nacional, afirmou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE), Cimar Azeredo.

Dados da Pnad Contínua trimestral mostram que houve alta no contingente de empregados com carteira assinada em apenas três das 27 Unidades da Federação  - Amazonas, Maranhão e Bahia.

Por outro lado, em 18 estados houve alta do contingente de trabalhadores sem carteira assinada. Em nove estados houve queda no emprego formalizado pela carteira de trabalho. O destaque foi o Amazonas, com queda de 13,8% no terceiro trimestre deste ano ante o mesmo período de 2016.

Raça - De acordo com o IBGE - pessoas de pele preta e parda sofrem mais com o desemprego e, quando têm emprego, trabalham em atividades de menor qualificação e em piores condições, como o trabalho doméstico ou de ambulante. O resultado é que, no terceiro trimestre, o rendimento médio dos trabalhadores pretos e pardos (R$ 1.531,00) foi quase a metade (55,5%) do registrado para brancos (R$ 2.757,00.

O Brasil tem 1,832 milhão de ambulantes, sendo que 1,222 milhão, ou 66,7%, são pretos ou pardos.

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