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FEDERAMINAS - Negócios em Foco

26/05/2018

Federaminas declara apoio ao movimento dos caminhoneiros

Assessoria de Comunicação da Federaminas
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A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas) manifestou solidariedade ao movimento deflagrado pelos caminhoneiros do País em repúdio à política de aumento de preços dos combustíveis desenvolvida pelo governo federal.

Conforme posicionamento definido pelo presidente Emílio Parolini e a diretoria executiva na sede da Federaminas, a contínua elevação desses preços repercute em cadeia na economia, afetando de modo geral os diversos segmentos da vida nacional, sobretudo o setor produtivo, com consequências danosas sobre todos os brasileiros.

A entidade acrescenta que a política governamental em relação aos preços dos combustíveis tem como consequência imediata a alta dos fretes rodoviários, com repercussão automática sobre toda a cadeia produtiva, acarretando assim o aumento dos preços das mercadorias e dos serviços, o que reflete nos índices de inflação e, portanto, eleva o custo de vida no País.

“A grave situação do momento é causada pela decisão do governo de aumentar tributos sem a necessária análise da capacidade contributiva da sociedade brasileira, que já está exaurida por uma das mais elevadas cargas de impostos do mundo”, afirma a Federaminas.
Ao concluir, a entidade reitera o seu posicionamento favorável à desoneração tributária dos combustíveis, e enfaticamente contrário à realocação dessa tributação em outros segmentos.

Taxação absurda – Para o vice-presidente da Federaminas, Valmir Rodrigues da Silva, de Alfenas, a manifestação política da classe empresarial deve ser sempre contra a elevação da carga tributária brasileira. Tomando o exemplo do atual movimento, o empresário chama a atenção para o fato de os impostos serem responsáveis por quase 50% na composição dos preços dos combustíveis no Brasil.

“Isso eleva substancialmente o custo de produção e de comercialização das empresas. Como vivemos uma realidade em que o mercado dita o preço dos produtos, a consequência natural é a redução significativa da margem de lucro, podendo gerar prejuízo e, assim, impedir a sobrevivência dos negócios”, sustenta ele.

A carga de tributos sobre os combustíveis no País é formada basicamente por impostos federais e estaduais. Ele observa que o governo de Minas Gerais aumentou no início deste ano a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 29% para 31% sobre a gasolina, e de 14% para 16% sobre o etanol.

“Assim, os impostos são os maiores responsáveis pelo elevado preço dos combustíveis”, arremata Valmir Rodrigues.

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