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17/08/2017

Ferramentas são utilizadas antes mesmo da contratação

Da Redação
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Ferramentas de compliance são cada vez mais utilizadas nas empresas antes mesmo da contratação de um colaborador ou fornecedor. Elas permitem identificar os comportamentos dos potenciais funcionários de forma a prevenir problemas éticos e morais nos negócios.

Segundo Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, “conhecer o potencial de resistência a uma oferta de suborno, por exemplo, é tão, senão mais importante do que conhecer a capacidade técnica e intelectual de um candidato. Isso se aplica também no processo de contratação de um fornecedor ou prestador de serviços, pois se ele for o agente da corrupção dentro da organização, pode potencializar esses atos”.

Santos, em seu livro “Compliance mitigando fraudes corporativas” demonstra com dados estatísticos que ferramentas de compliance serão mais eficazes se forem aplicadas de maneira integrada. E, ainda, aponta quais ações predizem comportamentos de risco ético e financeiro nas empresas por meio do Programa de Integridade Resiliente:

Mapeamento de contingências: por meio da identificação e diagnóstico de temas sensíveis à organização é possível recomendar a intervenção e o desenvolvimento de plano de contingências;

Capacitação de agentes: capacitar e desenvolver agentes de compliance na organização, como RH, Auditoria e Gestores sensibilizando-os sobre os ativadores de comportamentos para Fraudes e Assédios possibilitará melhor combater estes atos;

Teste de integridade:

aplicável para candidatos, funcionários e fornecedores, com o objetivo de identificar o nível de resiliência (resistência) que o profissional possui quando exposto a dilemas éticos profissionais no exercício de suas atividades. Possibilita o desenvolvimento personalizado dos fatores que não estão em compliance aos valores éticos da empresa;

Código de Ética e de Conduta: ferramenta que abrange, além de normas e diretrizes sobre valores éticos, os comportamentos que a empresa espera de seus funcionários em situações específicas;

Desenvolvimento e reforço permanente: é importante que a organização adote para seus colaboradores medidas educativas quanto aos valores éticos expressos no código de ética. O intuito é ampliar o grau de compliance desses valores com os dos funcionários;

Comitê de ética: recomenda-se que as organizações constituam um comitê de ética, com responsabilidade educativa. O monitoramento de ambientes e de transações está correlacionado com a instituição de sistemas de controle interno, cujo objetivo é reduzir as possíveis vulnerabilidades existentes nos processos da organização e, assim, mitigar riscos.

Entrevista demissional: mais um canal de denúncia, riquíssimo em informações e pouco utilizado pelas empresas.

“Todas as ferramentas e ações citadas têm por objetivo final o desenvolvimento de resiliência dos colaboradores para enfrentar as pressões inerentes ao seu dia a dia profissional”, conclui.

A S2Consultoria é especializada em prevenir e tratar atos de fraude (Apropriação indevida, Corrupção e Demonstrações fraudulentas) e assédio (Moral, Sexual e Corporativismo), levando em conta o comportamento humano e seus desdobramentos nas organizações.

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