Publicidade

DC Turismo

07/01/2017

Fidelização é um dos benefícios

Daniela Maciel
Email
A-   A+
A presença dos mensalistas dentro dos hotéis ultrapassa a questão da garantia de ocupação. Para o diretor comercial da rede MHB – Minas Hospitality Business -, Daniel Baeta, a modalidade é também uma ferramenta de atração e fidelização de clientes. Na rede, que tem quadro unidades na Capital, entre 5% e 8% dos leitos são ocupados por esses hóspedes e esse índice tende a crescer.

“Esse público sempre foi muito importante porque é uma receita garantida. Entendo que ele tenha potencial de crescimento especialmente se nossa economia se recuperar. Desde que as tarifas dos hotéis de Belo Horizonte diminuíram ficou mais viável ‘morar’ em um hotel. Esse é um público que tende a voltar em outras situações. O corporativo quando vem a lazer, os estudantes depois que se formam”, exemplifica Baeta.

Além de profissionais que estão na cidade por tempo determinado e estudantes, o executivo destaca pessoas solteiras e até famílias pequenas que estão reformando a casa ou procurando um novo imóvel para morar definitivamente, entre os mensalistas. Para atender melhor cada perfil de hóspede, a rede criou pacotes diferentes. No Plus, que hoje sai em torno de R$ 2.200, o cliente tem todos os serviços comuns de um hotel. No Economy, a R$ 999,00, ele tem alguns itens, como roupa de cama, TV a cabo, ar condicionado e café da manhã, excluídos.

“O segundo pacote é procurado principalmente pelos estudantes. É uma boa economia para quem fica pouco tempo no quarto. E eles podem solicitar os serviços avulsos. Agora em janeiro, por exemplo, muitos pedem o ar-condicionado”, afirma o diretor comercial da MHB.

Para a gerente do E-Suítes Luxemburgo, Pollyana Mendes, entre as vantagens, além das comodidades oferecidas todo hotel, como segurança, internet, estacionamento, limpeza, café da manhã, entre outros, merecem destaque a localização, a não obrigatoriedade de um fiador e a facilidade na hora de fazer a mudança, já que ela se resume basicamente aos itens pessoais do hóspede.

Por isso um público muitas vezes insuspeito também tem buscado a modalidade: os idosos. “Para muitos, cuidar de uma casa é caro e complicado, então como estão bem de saúde, buscam uma alternativa mais cômoda e, até, mais barata. Tenho hóspedes nessa condição que estão aqui há meses. Eles já têm intimidade com a equipe, que também já conhece os hábitos e gostos desses hóspedes. Isso aumenta o clima familiar e dá mais segurança a eles”, revela Pollyana Mendes.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

18/02/2017
Verba para folia em Ouro Preto saltou 228%
De R$ 700 mil captados em 2016, valor dos patrocínios subiu para R$ 2,3 milhões este ano
18/02/2017
Pequi terá centro de atendimento ao turista
Atenta aos ganhos que um turismo estruturado e sustentável pode trazer para a cidade, a pequena e colonial Pequi, na região Central, vem desenvolvendo estratégias para atrair...
18/02/2017
PBH terá esquema especial de segurança
O Carnaval de Belo Horizonte, que teve seu início oficial no dia 11 e se estenderá até o dia 1º de março, promete ser o maior evento de rua da história da...
12/02/2017
Seguro viagem reduz despesas médicas e aumenta tranquilidade
São Paulo - Entre o final de 2016 e o início de 2017, cresceu o número de viagens domésticas no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de...
11/02/2017
Folia em BH prejudica festas do interior
Crise e ameaça de febre amarela também fizeram com que as prefeituras repensassem sobre o evento
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.