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Internacional

11/01/2017

Fórum Mundial: 2017 deve ter a maior das reuniões

Encontro econômico em Davos, na Suíça, já soma 3 mil inscritos, de 100 países diferentes
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A estação de esqui de Davos, na Suíça, receberá alguns dos mais importantes chefes de Estado e empresários do mundo, para discutir a economia/World Economic Forum Annual Meeting/Divulgação
Londres - A edição de 2017 do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, promete ser a maior reunião de todos os tempos desde a sua fundação, em 1971. De acordo com dados da organização, já se cadastraram mais de 3 mil participantes de 100 países diferentes, incluindo 1.200 presidentes de empresas. Há expectativa também de participação de 300 agentes públicos e mais de 50 chefes de Estado e de governo. O evento começa dia 17 e vai 20 de janeiro.

O presidente do Brasil, Michel Temer, não deve ir a Davos. Ele deve ficar no País para acompanhar o clima político e o período que antecederá a eleição na Câmara e no Senado, no início de fevereiro.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deve representar Temer em Davos. No ano passado, a então presidente Dilma Rousseff também não compareceu ao evento e a comitiva brasileira foi chefiada pelo então ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, estará na Suíça para o evento. O governo brasileiro também será representado pelos ministros da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira; de Energia, Fernando Coelho Filho. Do setor privado doméstico devem participar do evento vários executivos de instituições financeiras e de outras áreas de atividade.

O fórum, que é realizado anualmente, reúne líderes mundiais para tratar de temas de interesse global, como o crescimento. Muito concorrido todos os anos, o evento costuma atrair ainda mais interessados em épocas de maior crise e incertezas globais.

Posse de Trump - O evento de 2009, quando o mundo ainda passava pela fase aguda da crise financeira internacional, foi um dos mais movimentados até hoje. Atualmente, há muitas incertezas no mundo, principalmente após a vitória do republicano Donald Trump, nos Estados Unidos, que toma posse exatamente no dia do encerramento oficial de Davos.

Também há muitas dúvidas sobre o rumo da União Europeia, principalmente depois que o Reino Unido optou, por meio de um referendo, deixar o bloco, o chamado Brexit. O início das negociações sobre a separação está previsto para ocorrer nos próximos meses e já vem sendo motivo de embates retóricos entre os países da UE. Além disso, o ano é de eleições no continente, com destaque para os pleitos nas duas maiores economias da região, Alemanha e França. (AE)

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