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Finanças

17/05/2018

Ibovespa avança e fecha com elevação de 1,65%; dólar segue em alta

Reuters
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São Paulo - A bolsa brasileira fechou em alta ontem, com o Ibovespa acima dos 86 mil pontos, seguindo o viés positivo de praças acionárias no exterior, com as ações de Vale e Petrobras entre as maiores contribuições positivas.

O principal índice do mercado acionário doméstico encerrou o pregão com elevação de 1,65%, a 86.536 pontos, maior patamar desde meados de março. O volume financeiro do pregão somou R$ 11,9 bilhões.

A sessão na bolsa também foi marcada pelo vencimento mensal dos contratos de opções sobre o Ibovespa. “No exterior, o cenário ainda é mais positivo para os ativos de risco”, avaliou a equipe da Guide Investimentos, em nota a clientes, destacando o desempenho das bolsas nos Estados Unidos e na Europa.

O analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, também destacou o desempenho das ações de empresas de varejo na bolsa local, atrelando o movimento às expectativas relacionadas à decisão do Banco Central sobre a taxa de juros.

Dólar - O dólar seguiu avançando e galgou mais um patamar, de R$ 3,67, influenciado pela possibilidade de mais altas de juros nos Estados Unidos neste ano e também pela expectativa quanto à Selic.

O dólar subiu 0,48%, a R$ 3,6784 na venda, renovando o maior nível desde 7 de abril de 2016 ( R$ 3,6937). Nestes quatro pregões, ficou 3,71% mais caro. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a R$ 3,6964. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60%.
Internamente, o chamado diferencial de juros influenciava os mercados, diante da expectativa de que o Banco Central brasileiro reduziria ontem a Selic para nova mínima histórica, a 6,25% ao ano, o que acabou não acontecendo. Após reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu pela manutenção da taxa a 6,5% ao ano.

Na cena externa, os mercados temem o impacto de uma maior elevação dos juros pelo Federal Reserve, banco central norte-americano, pois a taxa influencia investidores, que tendem a migrar para a maior economia do mundo atrás de rendimentos com baixíssimo risco.

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