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Finanças

12/05/2018

Ibovespa recua, mas fecha semana com alta de 2,53%

Reuters/AE
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São Paulo - O principal índice de ações da B3 fechou em queda na sexta-feira (11), em sessão marcada por uma bateria de resultados corporativos, com as ações da Kroton desabando mais de 15%, após balanço trimestral e previsão de resultado consolidado mais fraco este ano, em relação a 2017.

O Ibovespa caiu 0,75%, a 85.220 pontos. O volume financeiro do pregão somou R$ 13 bilhões. Na semana, contudo, o índice de referência do mercado acionário brasileiro avançou 2,53%. No mês, o Ibovespa segue no negativo, com perda de 1,04%. Em 2018, porém, o ganho acumulado é de 11,54%.

De acordo com profissionais da área de renda variável consultados pela Reuters, o noticiário corporativo, notadamente a temporada de resultados, deu o tom no pregão brasileiro na sessão, mas o movimento do Ibovespa também teve influência relevante do comportamento no câmbio no Brasil.

Após uma trégua na quinta-feira (10), o dólar fechou em alta de 1,53%, a R$ 3,6008, com investidores assumindo posições defensivas, antes do fim de semana, à espera de nova pesquisa eleitoral na segunda-feira. Na semana, a moeda se valorizou 5,54%.

Juros - Os juros futuros encerraram a sessão regular em alta. As taxas já subiam desde o começo do dia e algumas delas, em especial as curtas, aceleraram para as máximas pouco antes do fechamento dos negócios, alinhadas às máximas também atingidas pelo dólar ante o real.

Todo o movimento da curva na sexta-feira esteve atrelado ao câmbio. O avanço do dólar manteve em vigor o debate sobre se, diante do desempenho da moeda americana - que em 2018 já sobe quase 9% -, não seria mais adequado o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a Selic inalterada em 6,50% na reunião da próxima semana. Desse modo, as apostas em torno de estabilidade da taxa básica neste mês, que na quinta-feira (10) estavam em torno de 20%, na sexta, estavam mais perto de 30%, segundo aponta a precificação da curva a termo.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para outubro de 2018 encerrou em 6,215%, de 6,188% no ajuste de quinta, e a taxa do DI para janeiro de 2019 fechou na máxima de 6,315%, ante 6,259% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2020 também terminou na máxima, de 7,29%, ante 7,22%. Nos longos, a taxa do DI para janeiro de 2021 subiu de 8,26% para 8,37% (máxima). O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,51%, de 9,44%.

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