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12/06/2018

Ibovespa tem 5º recuo e acumula perda de mais de 5% no ano

Reuters
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São Paulo – O Ibovespa, principal índice de ações da B3, teve a quinta queda consecutiva ontem, afetado particularmente pelo declínio das ações de bancos, enquanto seguem os receios sobre o cenário político e o crescimento da economia no Brasil. O Ibovespa caiu 0,87%, a 72.307 pontos, menor patamar desde 1º de dezembro de 2017. O volume financeiro do pregão somou R$ 9,73 bilhões. Após recuar 8% nos últimos cinco pregões, o Ibovespa agora acumula perda de mais de 5% em 2018.

De acordo com profissionais de renda variável, não houve mudança no cenário dos últimos dias, com o quadro político-eleitoral ainda incerto e a economia crescendo a um ritmo mais fraco do que o estimado inicialmente.

Pesquisa Datafolha de intenção de voto para a eleição presidencial, divulgada no fim de semana pelo jornal Folha de S.Paulo, “não trouxe novidades, mostrando que a disputa segue indefinida”, disse a consultoria Lopes Filho.

Em outro front, pesquisa Focus do Banco Central (BC) mostrou que o mercado passou a estimar crescimento inferior a 2% da economia brasileira neste ano e, pela primeira vez em quase cinco meses, reduziu as estimativas para 2019.

Na visão do chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, o mercado segue na mesma toada dos últimos pregões, com os resgates afetando principalmente ações com maior alocação de investidores, como é o caso dos bancos.
“Há resgate tanto de estrangeiro, como de fundos multimercados, que migraram da renda fixa para ações no começo do ano e agora estão fazendo o movimento contrário”, disse.

Dólar – A moeda norte-americana voltou a fechar em alta ante o real ontem, sob influência do mercado externo, embora a intervenção “surpresa” do Banco Central no mercado cambial tenha limitado o movimento.

O dólar avançou 0,54%, a R$ 3,7267 na venda, depois de despencar 5,59% na sexta-feira (8), maior queda em quase dez anos.

Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a R$ 3,6715 e, na máxima, a R$ 3,7309. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,25%.

O BC conseguiu conter a valorização do dólar após anunciar, durante a sessão, leilão de até 50 mil novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Vendeu integralmente a oferta, de US$ 2,5 bilhões, somando neste mês US$ 13,116 bilhões em novos swaps.

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