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Finanças

09/11/2017

IGP-DI perde ritmo e tem alta de 0,10%

Apesar da pressão exercida pela conta de luz em outubro, índice continua no terreno negativo neste ano
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Grupo alimentação apresentou variação positiva de 0,24% no mês passado, segundo a FGV/Alisson J. Silva
Rio – O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 0,10% em outubro ante um aumento de 0,62% em setembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma redução de 1,94% no ano e queda de 1,07% em 12 meses.

A conta de luz mais cara pressionou a inflação ao consumidor. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) teve um avanço de 0,33% no último mês, após uma deflação de 0,02% em setembro.

Quatro das oito classes de despesa apresentaram taxas de variação maiores. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Habitação, que saiu de uma queda de 0,40% em setembro para aumento de 0,70% em outubro, sob impacto da tarifa de eletricidade residencial, que passou de redução de 3,31% para crescimento de 3,37% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nos grupos Alimentação (de -0,48% para 0,24%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,27% para 0,42%) e Comunicação (de -0,02% para 0,55%), com destaque para os itens hortaliças e legumes (de -7,31% para 10,29%), medicamentos em geral (de -0,04% para 0,17%) e tarifa de telefone móvel (de -0,17% para 1,37%), respectivamente.

Na direção oposta, os resultados foram menores em Transportes (de 0,50% para 0,08%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,50% para -0,12%), Vestuário (de 0,64% para 0,05%) e Despesas Diversas (de 0,35% para 0,32%). Houve influência dos itens gasolina (de 2,70% para -0,18%), passagem aérea (de 12,25% para -6,88%), roupas (de 0,93% para 0,19%) e alimentos para animais domésticos (de -0,02% para -1,63%).

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O núcleo do IPC registrou alta de 0,24% em outubro ante avanço de 0,28% em setembro. Dos 85 itens componentes do IPC, 50 foram excluídos do cálculo do núcleo. O índice de difusão, que mede a proporção de itens com aumentos de preços, foi de 57,40% em outubro, 5,33 pontos porcentuais acima do resultado de 52,07% registrado em setembro.
IPAs – O IPA-DI, que representa o atacado, teve queda de 0,03% em outubro, após a alta de 0,97% registrada em setembro.

Os preços dos produtos agropecuários no atacado subiram 0,37% em outubro, após terem avançado 0,75% em setembro, dentro do IGP-DI. Já os produtos industriais registraram queda de 0,16% no atacado em outubro, ante uma alta de 1,05% em setembro.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram elevação de 0,29% em outubro, ante aumento de 0,30% em setembro. Os preços dos bens intermediários subiram 1,22% em outubro, depois de avançarem 1,39% no mês anterior. Os preços das matérias-primas brutas registraram recuo de 1,92% em outubro, ante elevação de 1,34% em setembro.

Já o INCC-DI, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou elevação de 0,31% em outubro, depois da alta de 0,06% em setembro.

O período de coleta de preços para o índice de outubro foi do dia 1º ao dia 31 do mês.

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