16/08/2018
Login
Entrar

Finanças

08/08/2018

Indústria tem captação líquida em julho e atinge R$ 43,7 bilhões no ano

Com informações da Anbima
Email
A-   A+
São Paulo – A indústria de fundos de investimento voltou a ter captação líquida positiva em julho, com R$ 2 bilhões, o que elevou o acumulado do ano a R$ 43,7 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Os ingressos líquidos de 2018, entretanto, estão abaixo da média do mesmo período nos últimos cinco anos, que é de R$ 58,1 bilhões.

“A indústria de fundos tem mostrado resiliência em seus resultados, mesmo nos momentos de instabilidade provocados por maiores incertezas nos mercados doméstico e internacional”, afirma o vice-presidente da Anbima, Carlos André. “Os multimercados continuam liderando essa retomada e seguem atraindo os investidores, com retorno positivo e maior captação entre as classes”, acrescenta.

Os fundos multimercados acumulam saldo positivo de R$ 38,9 bilhões até julho (contra R$ 47,3 bilhões no mesmo período de 2017). Na sequência, aparecem os R$ 16,5 bilhões captados pelos fundos de ações, revertendo os resgates líquidos de R$ 4,8 bilhões registrados entre janeiro e julho do ano passado. Na contramão, a classe de renda fixa apresenta a maior perda do ano, com resgates de R$ 18,9 bilhões em comparação à captação positiva de R$ 81,2 bilhões nos primeiros sete meses de 2017.

Destaques - Os multimercados também repetiram o bom desempenho do mês anterior e trouxeram os maiores retornos para os investidores em julho. Os tipos Long and Short Neutro (que faz operações ligadas à renda variável, montando posições compradas e vendidas com o objetivo de manter exposição financeira limitada a 5%) e Long and Short Direcional (que faz operações de ativos e derivativos ligados à renda variável, montando posições compradas e vendidas) acumulam no ano rentabilidades médias de 7,98% e 7,40% respectivamente.

Em renda fixa, os destaques ficaram com os tipos Duração Alta Soberano (que investe apenas em títulos públicos federais com prazos maiores) e Duração Livre Soberano (que faz aportes apenas em títulos públicos, porém sem limites de prazos), com retornos médios de 5,12% e 4,58%, respectivamente, em 2018.

Publicidade

Aproveite! Assine o DC e tenha notícias exclusivas

Leia também

15/08/2018
Ibovespa tem novo avanço após trégua
Índice acionário foi favorecido pela menor aversão ao risco no cenário internacional
15/08/2018
Fundo vai dividir R$ 6,2 bilhões de lucro com trabalhadores
Brasília - Trabalhadores com conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) receberão rendimento extra de 1,72% pelo lucro que o próprio fundo obteve com...
15/08/2018
Guardia aponta Brasil mais resistente do que Turquia
São Paulo - O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que o Brasil é mais resistente à volatilidade do dólar do que a Turquia, que vem enfrentando...
14/08/2018
Dólar avança e se reaproxima dos R$ 3,90
Influenciada pelo cenário externo, moeda norte-americana atingiu o maior nível em mais de um mês
14/08/2018
Mercado eleva projeção da inflação para 2018 e vê atividade econômica crescer menos
São Paulo/Brasília - O mercado passou a ver mais inflação neste ano, mas manteve a visão de que o Banco Central (BC) não vai mexer na Selic tão...
› últimas notícias
Leia mais notícias ›
› Newsletter
O melhor conteúdo exclusivo e gratuito no seu e-mail:




Cadastrar
› Mais Lidas
Leia todas as notícias ›
Publicidade
› Assine o DC

Acesso completo

aos conteúdos online e versão impressa.
Único jornal especializado em Economia, Negócios e Gestão de Minas Gerais.
Ferramenta indispensável para fazer bons negócios.
› Edição Impressa


15 de agosto de 2018
Conteúdo exclusivo para assinantes
› DC no Facebook
 
© Diário do Comércio. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.