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Internacional

11/05/2017

Indicadores da OCDE apontam que economia brasileira ganha força

Nos EUA, Reino Unido e China aceleração é menos provável
Agência Estado
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Avanço na economia do País, segundo a OCDE, foi de 101,9 pontos em fevereiro para 102,1 em março/Antônio Pinheiro/Divulgação
Paris - Uma aceleração significativa no crescimento da economia global tornou-se menos provável, uma vez que as perspectivas dos Estados Unidos, Reino Unido e China são incertas, segundo indicadores antecedentes divulgados ontem pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com sede em Paris, na França. No Brasil, por outro lado, a expectativa é de expansão mais robusta.

O dado da OCDE, que mede a atividade futura e se baseia em números de março, mostra crescimento mais forte na Alemanha e no Canadá, mas expansão estável em outras grandes economias desenvolvidas, incluindo Estados Unidos e Reino Unido, que está em processo de desligamento da União Europeia, no chamado Brexit.

Integrantes - Em março, a leitura combinada dos indicadores antecedentes dos 34 países que integram a OCDE se manteve em 100,1. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, também houve estabilidade, em 99,8 e 99,7, respectivamente. Resultados abaixo de 100 sugerem crescimento mais fraco do que o normal.

Na China – cuja meta de crescimento do PIB para este ano é de cerca de 6,5%, depois do avanço de 6,7% registro em 2016 –, a OCDE também identificou expansão estável, com a medida do gigante asiático subindo levemente, de 99 em fevereiro para 99,1 em março.
Já no caso do Brasil, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico aponta que houve avanço, de 101,9 em fevereiro para 102,1 em março, indicando que o crescimento da economia do País estaria ganhando força.

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