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12/12/2017
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Economia

12/10/2017

MAN apresenta caminhão elétrico brasileiro

AE/Reuters
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Caminhão desenvolvido pela montadora no Brasil deverá iniciar a operação em fase de testes no próximo ano/MAN/Divulgação
Pequim e São Paulo - A Volkswagen lançou na quarta-feira o primeiro caminhão leve 100% elétrico desenvolvido no Brasil. O modelo, apresentado em um evento da empresa do grupo MAN Latin America na Alemanha, deve iniciar a operação em frotas piloto em 2018.

O modelo, chamado de e-Delivery, foi desenvolvido em parceria com empresas com a WEG e a Eletra para tração de veículos comerciais e tem autonomia de até 200 quilômetros, a depender da aplicação e configuração do veículo.
A recarga, outro desafio para a competitividade dos veículos elétrico, terá duas opções no caminhão da Volks. A fabricante afirma ser possível carregar 30% da bateria em 15 minutos. Essa é a alternativa para aumentar a autonomia do veículo. Já a recarga completa leva três horas.

A companhia está de olho no nicho de caminhões para grandes centros urbanos e demandas por logística verde, zero emissões e circulação em locais com baixo ruído.
“Trata-se de uma plataforma totalmente nova, desenvolvida no Brasil, na busca de alternativas de mobilidade nas cidades. Ele insere, definitivamente, a engenharia brasileira na rota global de tecnologia”, afirmou o presidente e CEO da MAN Latin America, Roberto Cortes, em nota.

BMW - A montadora de luxo alemã BMW está buscando formar uma joint venture com a Great Wall Motor na China, a qual poderia se concentrar em veículos elétricos, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto.

Um empreendimento com a Great Wall, cujas ações cotadas em Hong Kong saltaram 20% com as notícias, seria o segundo da BMW no maior mercado de automóveis do mundo, onde as montadoras estrangeiras precisam fazer parceria com empresas locais para atuar.

“Estamos em discussões com a Great Wall sobre a criação de uma joint venture para produzir carros em Changshu”, disse um executivo da BMW, falando em condição de anonimato por não estar autorizado a revelar as conversas.

Outra pessoa familiarizada com o assunto disse que a nova joint venture não trabalharia com carros movidos a gasolina ou diesel, indicando um provável foco em veículos elétricos.

As vendas da BMW na China cresceram 11,3% no ano passado. É a segunda maior marca do país depois da Audi, da Volkswagen. A BMW está tentando se manter à frente da terceira posição, mantida pela Mercedes-Benz, unidade da Daimler, que registrou crescimento de 26,6% nas vendas chinesas em 2016, graças a uma nova linha de modelos.

Outras montadoras anunciaram recentemente uma série de investimentos e parcerias na China. Tesla, Ford Motor, Daimler e General Motors estão entre as que já anunciaram planos para desenvolver veículos elétricos na China.

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