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Economia

21/07/2018

Minas mantém sequência de superávit

Em junho, saldo foi positivo em 12.143 postos de trabalho, somando 91.506 no semestre e 45.995 em 12 meses
Ana Carolina Dias
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Em junho, saldo foi positivo em 12.143 postos de trabalho, somando 91.506 no semestre e 45.995 em 12 meses/LUÍS ADOLFO FONSECA JUNIOR/DIVULGAÇÃO
Minas Gerais manteve a sequência de superávit na geração de empregos formais desde o início do ano. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em junho de 2018 o saldo foi de 12.143 vagas de emprego, resultado da admissão de 143.531 trabalhadores e demissão de 131.388 pessoas.

O saldo positivo no mês foi puxado pelas 32.028 contratações da agropecuária, que geraram saldo também positivo de 17.717 no setor. O resultado foi superior ao de maio, quando o saldo foi 19.823. Houve melhora também em relação ao mesmo mês de 2017, quando o saldo foi positivo com geração de apenas 15.445 vagas.

Com o desempenho de junho, no primeiro semestre deste ano o saldo no Estado foi de 91.506 vagas geradas, com 905.002 admissões e 813.496 demissões no período de janeiro a junho deste exercício. Nos últimos 12 meses Minas Gerais também apresentou resultado positivo, com 45.995 empregos formais.

Ainda considerando somente os resultados do mês, além da agropecuária, os setores que registraram superávit na geração de empregos foram serviços, construção civil e serviços industriais de utilidade pública, com a criação de 981, 436 e 226 vagas, respectivamente. Para o setor de serviços foram 46.200 admissões e 45.219 desligamentos.

Por outro lado, o pior resultado mensal ficou por conta da indústria da transformação, que registrou saldo negativo de 5.295 vagas, com 22.859 dispensas frente a 17.564 contratações. O resultado para o setor também foi negativo em 2017, com saldo negativo de 1.684 empregos.

O comércio varejista apresentou o pior resultado entre os subsetores, com saldo negativo de 1.442 vagas, seguido pela indústria de calçados (-1.184), indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico (-876) e a indústria metalúrgica (-804). Na outra ponta, o comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico apresentou o melhor resultado mensal (983).

Acumulado - Na avaliação da primeira metade de 2018, o saldo positivo de 91.506 na geração de empregos formais foi superior aos 65.702 postos de trabalhos gerados na mesma época do ano anterior. Nos seis primeiros meses de 2017 tinham sido admitidos 880.938 trabalhadores e dispensados 815.236.

A agropecuária continua sendo o principal setor responsável pelo superávit apresentado no primeiro semestre. Nos seis primeiros meses desse ano o setor acumulou saldo de 41.673 vagas. Ao todo foram admitidos 122.149 profissionais e demitidos 80.476.

Além da agropecuária, a atividade de serviços também foi destaque, com desempenho positivo na geração de empregos no acumulado de janeiro a junho de 2018. Foram 30.189 postos de trabalho, dos quais 321.777 foram contratações e 291.588 desligamentos. A construção civil também registrou superávit no acumulado do ano, com 15.630 vagas geradas.

Nesta base comparativa, o pior resultado foi registrado pelo comércio, cujo déficit no saldo do emprego formal chegou a 9.386. O setor contratou 197.936 trabalhadores de janeiro a junho, mas desligou 207.322 no período.

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