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Economia

21/04/2018

Minas tem superávit de 14 mil empregos

Estado registra saldo positivo na geração de postos formais de trabalho pelo terceiro mês consecutivo
Mara Bianchetti
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A construção civil contratou 17.477 pessoas no mês passado, mas desligou outras 14.406/Alisson J. Silva
Minas Gerais encerrou março com mais um saldo positivo na geração de empregos formais. Pelo terceiro mês consecutivo, o Estado, assim como o País, registrou superávit na geração de vagas, chegando a 14.149 unidades, fruto de 150.580 contratações e 136.431 desligamentos. Na mesma época do ano passado, Minas havia registrado déficit de seis postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Assim, o Estado já acumula saldo positivo de 31.523 postos de trabalho em 2018. Ao todo foram 430.829 admissões contra 399.306 demissões. No primeiro trimestre de 2017 o resultado também havia sido positivo, mas em 9.969 empregos formais. Já quando considerado os últimos 12 meses, o superávit chegou a 43.105 vagas e na mesma época do ano passado estava negativo em 83.880 empregos.

De acordo com o levantamento, na análise mensal, os setores que mais contribuíram para o desempenho positivo em Minas Gerais foram, pela ordem, serviços, indústria da transformação e construção civil. Na outra ponta, o comércio foi o setor que mais fechou vagas, seguido por serviços industriais de utilização pública.

Somente a atividade de serviços gerou superávit de 5.716, proveniente da criação de 55.223 vagas e extinção de outras 49.507. Em março do ano passado, o saldo do setor tinha ficado positivo em 50 vagas apenas.

Logo em seguida, a indústria da transformação apresentou saldo de 3.158 postos. Ao todo foram registradas 25.198 admissões e 22.040 demissões. No mesmo mês de 2017 a indústria tinha registrado déficit de 116 vagas.

Já a construção civil, cujo superávit mensal foi de 3.071, contratou 17.477 pessoas no mês passado, mas desligou outras 14.406. No terceiro mês de 2017 o saldo do setor foi de apenas 882 unidades.

Ainda considerando o mês de março, destaca-se o déficit de 1.018 empregos formais no Estado pelo comércio. O setor criou 34.497 oportunidades, mas extinguiu outras 35.515. Ainda assim, o saldo negativo foi menos intenso que em igual período do exercício anterior (-5.550).

Acumulado - Quando considerado o acumulado dos três primeiros meses de 2018, os destaques positivos também ficaram por conta das atividades de serviços, indústria da transformação e construção civil. O comércio também teve desempenho negativo no acumulado do ano.

Ao todo, os serviços geraram 15.629 vagas formais, enquanto a indústria 13.009 e a construção 6.690. Já o comércio fechou 9.385. No ano passado, estes mesmos setores tiveram saldos de 5.733, 7.882, 950 e-14.666, respectivamente.

Da mesma forma, nos últimos 12 meses, o setor de serviços registrou superávit de 23.348; a indústria da transformação, 7.418; e a construção civil, 1.524. Neste período, o comércio ainda segue positivo com 11.075 vagas criadas. Os únicos saldos negativos no caso são serviços industriais de utilização pública (-790) e indústria extrativa mineral (-425).

No ano passado, neste tipo de análise, a geração de empregos na atividade de serviços estava negativa em 24.688, a indústria extrativa em 20.615 e a construção civil em 29.971. O comércio também estava negativo em 9.447 empregos.

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