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08/12/2016

MOBI | Versão topo de linha tem pacote único de equipamentos

Amintas Vidal
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O Mobi Way On é vendido em pacote único de equipamentos e seu preço sugerido no site da montadora é R$44,46 mil.

De série ele traz ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros dianteiros elétricos, retrovisor externo elétrico com luz de direção e sistema tilt down (ao engatar a marcha ré, o espelho do lado direito abaixa-se para o motorista ver o passeio ao estacionar), cargo box (uma caixa com divisória e tampa que fica no porta-malas e pode ser retirada para levar compras para a casa), rodas em liga leve, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, ABS e airbag duplo, banco traseiro bipartido e com duas posições de encosto (para maior capacidade de carga no porta-malas ou maior conforto dos passageiros), ESS (sistema que ativa o pisca alerta em frenagens de emergência), lane change (recurso que ativa a seta por 5 vezes com um curto movimento na alavanca), quadro de instrumentos com conta giros, iluminação em LED e display digital de 3,5 polegadas (indicador de trocas de marcha, computador de bordo, relógio digital, indicação nível combustível e temperatura do motor), entre outros.

Seu motor é o de quatro cilindros Fire Evo Flex 1.0 que ainda equipa o Palio – a única versão do Mobi que é equipada com o motor Firefly flex de três cilindros é a Drive. Sua potência é de 73/75 cv aos 6.250rpm e o torque 9,5/9,9 Kgfm aos 3.850 rpm, sempre com gasolina e etanol, respectivamente. O câmbio também é o mesmo de 5 marchas.
Rodamos aproximadamente 1.000 km com o subcompacto. Por ser um modelo mais leve que o Uno, no Mobi este motor garante boas acelerações e retomadas, mesmo não sendo dos mais modernos.

Circulando apenas com gasolina, e praticamente só em estradas, o consumo foi bom, 16 km/l, mas poderia ser melhor, considerando sua categoria. Aos 110 Km/h e em quinta marcha o motor trabalha em 3.500 rpm, mas o bom isolamento acústico deixa o seu barulho quase imperceptível.

Nesta situação foi interessante observar que o barulho do vento sobre a carroceria era mais audível que o motor ou mesmo os pneus, preço que o modelo paga por ter um “formato de jeep” e, não, um perfil mais aerodinâmico.

O acerto da suspensão privilegia o conforto e foi o ideal para circular em trechos mal conservados das rodovias. Apesar de a carroceria inclinar um pouco em curvas, o Mobi Way apresentou boa estabilidade, mesmo em velocidades maiores.

Apenas para um casal com pouca bagagem o modelo atende, pois o porta-malas é muito pequeno e o espaço para os passageiros do banco de trás, idem. Sua praia é mesmo o dia a dia das grandes cidades, pois, com 3.566 mm de comprimento, apenas 2 mm a mais que o Fiat 500, encontra-se vaga para ele em qualquer lugar.

Por falar em praia, foi neste ambiente que a suspensão mais alta fez a diferença. Quase todos os acessos às melhores praias do sul da Paraíba são em areia e com muitas erosões.
Foi possível vencer todos os desníveis sem bater o fundo do carro uma única vez e, nas partes com mais areia, ele também passou sem atolar. É bom explicar que o Mobi Way não tem aptidão para o fora de estrada e a suspensão elevada apenas ajudou nestes trechos que foram vencidos em baixíssima velocidade e sempre buscando o trajeto menos deteriorado.

Nessa semana em companhia com pequeno Fiat, pudemos comprovar que o Mobi way é uma boa opção para circular em cidades e também em ruas e estradas mal conservadas. Para quem não tem essa necessidade da suspensão mais alta, a versão Drive. por R$ 44,52 mil, que vem equipada com o motor Firefly e a central Live On, também é uma ótima opção.

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