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DC Auto

17/02/2017

Motores 1.6 (118/120 cv) e 2.0 (143/148 cv)

José Oswaldo Costa
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O nosso Captur, que também será vendido na Rússia, na Índia e em mais oito países da América Latina, não é exatamente o mesmo modelo que vem obtendo muito sucesso na Europa desde 2013, quando foi lançado por lá. Ele foi desenvolvido pensando nas especificidades dos mercados emergentes.

O design, esse sim, praticamente idêntico, é muito bonito e moderno. As duas versões trazem luzes diurnas em LED, no formato da letra C, ao redor dos faróis de neblina. O capô possui dois vincos bem marcados.

Na traseira, destaque para as lanternas, que também possuem elementos em LED no formato de C (nas extremidades), para a ponteira do escapamento cromadas e para um friso, também cromado, abaixo da tampa do porta-malas. Ele passa a sensação de que o Captur é mais largo.

Com desenhos diferenciados, as rodas das duas versões são de 17 polegadas. Destaque para a pintura “biton”, onde o teto do veículo pode ser pintado em cor diferente do restante da carroceria. Segundo a Renault, o investimento na área de pintura da planta localizada no Paraná, onde o Captur está sendo produzido, foi de 4,5 milhões de euros. Das 13 combinações de cores oferecidas, 9 podem ser biton.

O teto pode ser preto ou marfim. Já a carroceria, preta, branca, marrom, laranja, marfim, vermelha, prata ou cinza.

Como dissemos anteriormente, o powertrain do Captur é conhecido dos brasileiros. Motor 1.6 16V capaz de render 118/120 cv (gasolina/etanol) e 16,2 kgfm de torque aliado ao câmbio manual de 5 marchas e 2.0 16V que pode gerar 143/148 cv (gasolina/etanol) e 20,2/20,9 kgfm de torque (gasolina/etanol) trabalhando em conjunto com um câmbio automático de 4 marchas.

Importante destacar que, a partir de junho, a Renault oferecerá o Captur com motor 1.6 e câmbio CVT. Questionados sobre a utilização do câmbio automático de 4 marchas, os executivos da montadora presentes no lançamento informaram que a escolha do conjunto foi motivada pela sua confiabilidade.

A direção é eletro-hidráulica com esforço variável. As duas versões trazem, de série, controle de estabilidade, controle de tração e quatro airbags (frontais e laterais). Os retrovisores externos são rebatíveis eletricamente e o SUV conta com sensor de estacionamento traseiro.

O sistema multimídia conta com tela sensível ao toque de 7 polegadas e inclui: GPS, câmera de ré, sistema de telefonia, entre outros. Para sua utilização, comando satélite na coluna de direção, algo já tradicional em veículos da montadora francesa.

A chave do Captur é do tipo cartão e presencial. Ou seja, a ignição é possível apenas com a presença dela no interior do carro. Isso também ocorre para abrir e fechar as portas: basta que o cartão esteja no bolso, por exemplo.

O novo SUV compacto, de acordo com a Renault, passou por testes em mais de 6 países e percorreu mais de 1 milhão de quilômetros. Para isso, foram utilizados cerca de 150 veículos de testes.

Os investimentos na modernização dos motores 1.6 e 2.0, que ocorreu no ano passado, e no desenvolvimento do Captur foram de R$500 milhões, segundo a montadora.

As pré-vendas já começaram e o modelo estará nas concessionárias das regiões Sul e Sudeste na próxima semana. No restante do País, estará disponível a partir de março. A Renault optou por não informar qual é a sua expectativa quanto ao número de unidades que serão vendidas mensalmente.

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