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Economia

10/08/2018

Na contramão, MRV lucra R$ 166 mi

Ana Carolina Dias
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A MRV Engenharia apresentou, em 2018, os melhores resultados para o segundo trimestre na história da empresa. De acordo com o balanço do desempenho financeiro divulgado ontem, a MRV registrou lucro líquido de R$ 166 milhões no segundo trimestre deste ano, aumento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida da companhia foi de R$ 1,32 bilhão, alta de 16,7% se comparado a 2017 e alcançou o recorde de R$ 1,71 bilhão em lançamentos e R$ 1,29 bilhão em vendas para o período.

O aumento de vendas e de construções, na avaliação do diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores da MRV, Leonardo Corrêa, é resultado da estratégia da empresa, que começou em 2016, de ocupar mais e melhor os espaços disponíveis. “Nosso objetivo é olhar para cada mercado e cada região de cada cidade de uma maneira mais detalhada, para identificar e disponibilizar apartamentos onde exista a demanda da nossa praça de consumidores”, explicou.

Ainda de acordo com o balanço da MRV, a geração de caixa da empresa ficou em R$ 98 milhões no segundo trimestre de 2018, com crescimento de 30% na comparação com o primeiro trimestre de 2017, o Ebitda atingiu R$ 248 milhões nos três primeiros meses deste ano.

A meta de 50 mil unidades lançadas neste ano está mantida, apesar das incertezas dos cenários econômico e político do País, de acordo com Corrêa. Para o segundo semestre, a companhia espera um lançamento expressivo de mais de 30 mil unidades, levando em consideração o avanço na aprovação dos projetos.

Dividendos – Outro destaque do balanço foi o pagamento de R$ 310,1 milhões em dividendos aos acionistas. Corrêa ressaltou que, neste trimestre, em particular, houve acúmulo de dois pagamentos, o que fez valor aumentar.

Ele destacou ainda que a ação é regular, para dar sustentabilidade à operação da empresa. “A companhia tem objetivo de sustentabilidade de longo prazo e é preciso remunerar adequadamente o capital e, regularmente, pagar dividendos aos acionistas”, afirmou.

Definido pelo quociente entre o lucro líquido (depois de juros e impostos) e o valor médio do patrimônio dos acionistas, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) de 12 meses foi de 12,8%, o maior dos últimos três anos.

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