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06/10/2017

Nova Frontier está pronta para a disputa

Picape da Nissan conta, agora, com bom pacote tecnológico, conforto e powertrain de respeito
José Oswaldo Costa*
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A nova Nissan Frontier foi lançada no mês de março. Em seis meses de “venda cheia” – de abril a setembro – vendeu 1.943 unidades, ou seja, algo em torno de 324 unidades/mês. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Tivemos duas oportunidades para avaliar a picape: trecho totalmente de rodovia asfaltada, em viagem realizada ao interior do Estado, e trecho misto (asfalto e terra), em uma expedição realizada pela montadora para a região de Lagoa Santa e Serra do Cipó.

Em ambas, tivemos a chance de verificar as boas qualidades da Frontier. Nos mais de mil quilômetros que percorremos no asfalto, o motor 2.3 16V bi-turbo com intercooler, injeção direta e movido a diesel, capaz de render 190 cv e 45,9 kgfm de torque, mostrou-se totalmente adequado para a picape.

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As retomadas, em qualquer velocidade, são vigorosas e dão muita segurança para as ultrapassagens. O câmbio, bem escalonado, é automático de 7 marchas com possibilidade de trocas sequenciais através da própria alavanca. Lembrando que, na geração antiga, a transmissão era de cinco marchas e sem a opção por trocas manuais.

Uma boa novidade, ainda mais com a caçamba vazia, é a nova suspensão traseira. Foi adotado o sistema multilink com molas helicoidais que trabalham em conjunto com um eixo rígido. Traduzindo: conforto no rodar (menos solavancos no interior) e boa estabilidade.
Além disso, a mudança faz com que a picape fique com a traseira menos “arisca” em pisos ruins. Nesse quesito, se aproximou muito do conforto ao rodar oferecido pela Fiat Toro, uma picape menor com dirigibilidade similar à de um sedan.

O eixo traseiro foi reposicionado para ficar protegido contra os danos causados por pedras ou colisão com o piso.

A tração 4x4 também está presente, com opção pela integral ou reduzida: 4x2, 4x4 High e 4x4 Low. Ela pode ser acionada por meio de um botão giratório no painel com o veículo em velocidade de até 100 km/h. Uma boa novidade para o off-road é o limitador de diferencial (LSD), que evita que as rodas patinem.

O sistema mostrou ótimo desempenho nos trechos de terra em que rodamos em Lagoa Santa e na Serra do Cipó. Qualquer obstáculo era transposto sem a menor dificuldade. Além disso, a tração deu o equilíbrio necessário para que a picape ficasse “nas mãos” nas estradas de terra batida que apresentavam muito pó solto, devido ao clima extremamente seco, e cascalho.

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