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Negócios

12/07/2018

Pegaki passa a operar no mercado de Belo Horizonte

Plataforma visa facilitar a entrega de produtos
Thaíne Belissa
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Cristofolini: 30% dos clientes acabam comprando nas lojas em que a mercadoria é retirada/Divulgação
Receber encomendas compradas pela internet pode ficar mais fácil em Belo Horizonte. Pelo menos é o que garante a Pegaki, uma rede de pontos de retirada de mercadorias, que acaba de chegar à cidade e promete simplificar a vida de clientes de e-commerces. Baseada no conceito de economia compartilhada, a empresa conecta o varejo que tem um espaço físico ocioso, ao e-commerce, que precisa de pontos de retirada estratégicos. Dessa forma, os clientes podem retirar seus produtos em estabelecimentos mais convenientes para eles. A rede começa a funcionar na Capital em julho e a meta é oferecer 200 pontos de retirada até o fim do ano.

O CEO da Pegaki, João Cristofolini, explica que a empresa resolve um problema antigo de logística do e-commerce. Ele lembra que, embora a compra pela internet seja cada vez mais uma realidade, por outro lado as pessoas ainda têm muita dificuldade de receber os produtos comprados. “O insucesso na entrega é um problema real, seja porque não tem ninguém em casa para receber, ou porque a área é de risco, ou porque o endereço cadastrado está desatualizado. Algumas operações on-line que têm lojas físicas no Brasil já oferecem essa opção de retirada em loja e, essa forma de entrega, já representa 20% do montante relativo a produtos comprados na internet”, diz.

A solução oferecida segue a tendência de economia compartilhada porque conecta diferentes partes de uma cadeia, gerando benefícios para todos. O e-commerce tem a oportunidade de oferecer uma entrega facilitada ao cliente, o que gera uma melhor experiência e mais chance de fidelização. O estabelecimento que se torna ponto de retirada, por sua vez, pode utilizar um espaço que era ocioso sem fazer nenhum investimento. Ele recebe R$ 0,50 por entrega realizada e ainda atrai consumidores para o seu ponto de venda. De acordo com o CEO, em média, 30% dos clientes que passam no ponto para retirar suas encomendas, acabam comprando algum produto na loja.

Por fim, o cliente que fez a compra no e-commerce tem a chance de retirar o produto em estabelecimentos mais convenientes para ele, tanto em relação à proximidade, quanto ao horário de funcionamento. Cristofolini destaca que a Pegaki não é uma transportadora e, por isso, o transporte do produto até o ponto de retirada é feito pelas empresas já utilizadas pelo e-commerce ou por transportadoras parceiras da Pegaki. Segundo ele, o custo por entrega nos pontos da Pegaki é de R$ 2,50. Esse valor pode ser pago pelo e-commerce ou pela transportadora, tendo em vista que há uma economia no deslocamento dos caminhões.

Gestão dos pontos - De acordo com o CEO, a Pegaki é a responsável por toda a gestão dos pontos de retirada. É ela que faz a seleção dos estabelecimentos, treina os funcionários e fornece o sistema de controle de chegada e retirada de mercadoria. Além disso, a empresa notifica o cliente sobre a chegada do produto, a partir de uma integração com o sistema do e-commerce. A empresa opera hoje em São Paulo e no Rio de Janeiro e tem 300 pontos de retirada nessas cidades, entre redes de franquia, lojas de conveniência de postos de gasolina e estabelecimentos locais, como papelarias e petshops.

Para suprir a demanda de um grande e-commerce atendido pela empresa, a Pagaki iniciou uma expansão para as grandes cidades do País. Entre elas está a capital mineira, onde a empresa já está atuando com prospecção de pontos de retirada. Até o momento 30 estabelecimentos já foram selecionados e a expectativa é que o serviço comece a funcionar na cidade em julho. “Belo Horizonte é o terceiro mercado de entregas de e-commerce no Brasil, então é um dos principais mercados para a Pegaki”, diz. Segundo ele, a expectativa é que, até o fim de 2018, a cidade tenha 200 pontos de retirada em operação.

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