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Internacional

29/08/2017

Pequim e Moscou se unem para levar o homem de volta à lua

Os dois países ampliam cooperação espacial
ABr/AE
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Primeira vez que o homem pisou na Lua foi em 1969, mas ainda há quem duvide disso/Buzz Aldrin/Nasa/Divulgação
Brasília - A China e a Rússia vão assinar acordo para ampliar a cooperação espacial, que incluirá a possibilidade de missões tripuladas conjuntas à lua, informou ontem o jornal Diário do Povo.

O acordo será firmado possivelmente em outubro e vai estabelecer a cooperação entre 2018 e 2022. Serão incluídas cinco áreas, entre elas o possível retorno do homem à lua e novas missões não tripuladas ao espaço.

Além disso, será incluído o desenvolvimento de materiais especiais, a cooperação em satélites, a gestão da sucata espacial e a teleobservação da Terra, acrescentou o jornal, porta-voz do Partido Comunista da China.

O texto lembra que este não será o primeiro acordo espacial entre Pequim e Moscou, mas o primeiro que cobre um período de cinco anos, o que permitirá estabelecer objetivos mais ambiciosos.

Orçamento - Devido a problemas orçamentários, a Rússia não pôde manter o nível de ambição da antiga União Soviética no setor espacial, enquanto a China tem orçamento amplo, ainda que secreto, mas menos experiência.

O programa espacial chinês é ambicioso: para os próximos meses está previsto o lançamento de uma missão que trará à Terra amostras da Lua, e, em 2018, do primeiro módulo da sua estação espacial própria, que espera concluir em 2022.

A China prevê enviar, em 2020, uma missão a Marte com um veículo robô para pesquisas científicas. No ano passado, inaugurou o maior radiotelescópio do mundo, com meio quilômetro de diâmetro.

A primeira e única vez em que o homem pisou o solo lunar até então foi em 20 de julho de 1969, quando a espaçonave norte-americana Apolo 11 levou os astronautas Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins em missão ao satélite natural da Terra. Até hoje há quem não acredite nesse feito humano.

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Economia - O lucro das maiores empresas do setor industrial da China aumentou 16,5% em julho ante igual mês do ano passado, perdendo força em relação ao avanço de junho, de 19,1%, segundo dados publicados pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) do país.

A desaceleração dos ganhos veio em um momento em que Pequim vem implementando medidas para reduzir o endividamento das empresas e coibir especulação no setor imobiliário.

Entre janeiro e julho, o lucro de companhias da indústria chinesa com receita anual superior a 20 milhões de yuans (em torno de US$ 3 milhões) superou 4,2 trilhões de yuans, representando acréscimo de 21,2% em relação ao mesmo período de 2016, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua

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