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21/11/2017
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Economia

21/10/2017

PIB brasileiro volta a crescer em agosto, estima a FGV

Alta atingiu 0,2% no período
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Agropecuária está entre os setores que estão impulsionando a atividade econômica neste ano no Brasil, aponta a FGV/CNH/Divulgação
Rio - O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,2% em agosto ante julho, estima o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), por meio do Monitor do PIB. No trimestre móvel encerrado em agosto, o avanço foi de 0,6% em comparação ao trimestre imediatamente anterior.

O indicador antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

“No mês de agosto, a economia continuou a crescer devido a não só o bom desempenho da agropecuária, mas também de segmentos que, apesar de ainda continuarem em níveis muito baixos, já começaram a mostrar sinais de melhora; este é o caso da construção civil e o da formação bruta de capital fixo que são fundamentais para uma recuperação mais consistente da economia a médio e longo prazo”, ressaltou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, em nota oficial.

Em relação a agosto do ano passado, o PIB subiu 2% em agosto de 2017, a quarta taxa positiva consecutiva. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o PIB registrou um crescimento de 1,1% no trimestre móvel encerrado em agosto. Os destaques foram os desempenhos da agropecuária (+12%), extrativa mineral (+3,5%), indústria da transformação (+1,9%), comércio (+3,5%) e transportes (+2,9%). Houve retração na construção (-6,0%) e serviços de informação (-3,6%).

O consumo das famílias aumentou 1,8% no trimestre móvel terminado em agosto ante o mesmo período de 2016. O consumo de bens não duráveis cresceu 1,3%; o de semiduráveis, 9,0%; e o consumo de duráveis, 9,3%. A única taxa negativa foi a de consumo de serviços (-0,5%), contribuindo com -0,3 ponto percentual para a média total do consumo das famílias.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) teve retração de 3,0% no trimestre móvel até agosto em relação ao mesmo trimestre em 2016. O componente de máquinas e equipamentos subiu 5,1%, mas a construção encolheu 8,5%.
A exportação apresentou crescimento de 7,3% no trimestre móvel encerrado em agosto, enquanto a importação teve retração de 0,3%.

O PIB acumulado em 2017 até o mês de agosto totalizou R$ 4,368 trilhões em valores correntes.

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Banco Central - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cedeu 0,38% em agosto na comparação com julho, na série com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados na última quarta-feira pela autoridade monetária.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 135,57 pontos para 135,05 pontos na série dessazonalizada de julho para agosto Este é o menor patamar para o IBC-Br com ajuste desde maio (134,45 pontos).

Na comparação entre os meses de agosto de 2017 e agosto de 2016, houve alta de 1,64% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 139,92 pontos em agosto, ante 137,94 pontos de julho deste ano e 137,40 pontos de agosto do ano passado.

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