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Internacional

15/11/2017

Principais BCs do mundo prometem orientar investidores

Chairs veem comunicação como instrumento vital
Reuters
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Presidente do BCE, Draghi diz que a orientação futura é um instrumento de pleno direito/ECB European Central Bank
Frankfurt, Alemanha - Quatro dos principais chefes de bancos centrais do mundo prometeram na terça-feira (14) continuar orientando os investidores sobre futuros movimentos de política monetária conforme retiram lentamente o estímulo monetário adotado durante a crise financeira.

Após injetarem cerca de US$ 10 trilhões nos mercados financeiros desde a crise de 2008, levando-os a máximas recordes, o Federal Reserve, o Banco Central Europeu (BCE), o Banco da Inglaterra e o Banco do Japão estão tentando agora diminuir o dinheiro fácil sem causar danos.

Para fazer isso, as palavras serão o segredo, informaram os chefes dos quatro bancos centrais em conferência do BCE sobre comunicação.

“A orientação futura tornou-se um instrumento de política monetária de pleno direito”, disse o presidente do BCE, Mario Draghi, na conferência. “Por que descartar um instrumento de política monetária que se provou ser efetivo?”

Draghi e seus três colegas estão em estágios bastante diferentes no processo.

O Fed caminha para sua quinta alta de juros e o banco central britânico elevou sua taxa neste mês pela primeira vez em 10 anos. Mas o BCE está reduzindo o ritmo de suas compras de títulos, enquanto o BC do Japão ainda imprime dinheiro a plena velocidade, embora tenha sinalizado que nenhum estímulo adicional é provável.

Janet Yellen - A chair do Fed, banco central norte-americano, Janet Yellen, concordou com Draghi que a orientação tem sido benéfica, “no geral”, mas destacou que ela deve ser sempre vista como dependente de como a economia de fato se desenvolve. “Toda orientação deve estar condicionada e relacionada ao cenário para a economia”, falou Yellen.

O presidente do banco central japonês, Haruhiko Kuroda, afirmou que a melhor maneira é manter a mensagem clara. “É melhor ser direto”, aconselhou ele. “Essa é a melhor maneira.”

Seu colega britânico, Mark Carney, destacou a importância de alcançar o público, e não apenas os investidores. “Estamos falando primeiro para o povo que servimos”, disse Carney. “Trezentas mil pessoas leem o Financial Times; há 30 milhões de usuários do Facebook no Reino Unido.”

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