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DC Franquia

05/10/2017

Receita da Giuliana Flores saltou 73%

Daniela Maciel e Míriam Pinheiro
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Segundo Juliano Souza, Minas Gerais é o terceiro maior mercado da Giuliana Flores/DIVULGAÇÃO
Enviar flores de presente parece um hábito romântico e antigo, porém o comércio on-line atualizou a prática e vem crescendo constantemente no Brasil e, especialmente, em Minas Gerais. O maior e-commerce brasileiro no setor, Giuliana Flores, viu seu faturamento crescer 73% em Minas Gerais de janeiro a junho de 2017, na comparação com o mesmo intervalo no ano passado.

De acordo com o gerente de marketing do Giuliana Flores, Juliano Souza, Minas Gerais é o terceiro maior mercado da empresa e o que mais cresce no Sudeste. “Foi uma ótima surpresa esse resultado em Minas Gerais. Sempre tivemos no Estado uma das nossas forças, porém sempre existem novas oportunidades em um território tão grande e diverso”, avalia Souza.

De acordo com o fundador da Giuliana Flores, Clóvis Souza, a marca registrou, somente no Estado, um crescimento de 30% no volume de vendas no mesmo período. O bom desempenho, ele diz, consolida o mercado mineiro como o terceiro melhor da empresa. “Minas está entre os estados que mais compram flores no Brasil”, afirma, dizendo ainda que o tíquete médio na região também está em ascensão e marcou 32% a mais, resultando em R$ 189 atualmente.

Para atender mais de 5 mil municípios espalhados pelo País, a empresa se dedica quase tanto à logística como às flores. O seu centro de distribuição em São Paulo é responsável pelo grosso das entregas, porém os parceiros locais são fundamentais para o sucesso da operação. Eles passam por um rigoroso processo de seleção e avaliações constantes para garantir a qualidade e padrão exigido pelo Giuliana Flores.

“Não interessa ao cliente se as flores saíram de São Paulo ou outro lugar. Ele exige qualidade e prazo. Os nossos serviços que mais crescem são os com os menores prazos de entrega. Ninguém compra flores com grande antecedência, então fazer as entregas a tempo é uma qualidade fundamental nesse negócio”, afirma o gerente de marketing da Giuliana Flores.

Além do Brasil, a empresa faz entregas também no exterior. A floricultura disponibiliza envios para mais de 25 países. Entre os destinos estão: Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Peru, EUA, México, Portugal, Venezuela, Canadá, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Suécia, Suíça, Rússia, Japão, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido.

Outro ponto de grande importância na estratégia é a associação de produto de marcas reconhecidas. Para atender aos públicos AA, A e B, a empresa buscou parceiros como Kopenhagen, Havanna, Amor aos Pedaços, Ofner, Godiva, Lindt, Valmir Rodrigues & Gazola - Alta Confeitaria, Chandon, Salton, Erdinger, Guinnes, Granado, Vyvedas, The Gourmet Tea, entre outras.

Além disso, é importante compreender as flores também como um produto de moda, que segue tendências e sazonalidades. “Existem os clássicos, como as rosas vermelhas acompanhadas de um ursinho de pelúcia, que nunca saem de moda. Mas o consumidor quer mais, quer ser surpreendido. Existem tendências de confecção de arranjos internacionais. O que se fazia há cinco anos é completamente diferente hoje”, revela o executivo.

Apesar de todo esse desenvolvimento, o mercado brasileiro, estimado em cerca de R$ 7 bilhões, ainda é acanhado perto das maiores potências mundiais no consumo de flores. A situação vem melhorando com a entrada das mulheres no mercado consumidor, comprando para dar de presente e para elas mesmas. A expectativa do Giuliana Flores é crescer em faturamento 22% em 2017 na comparação com o ano passado. A maior parte das flores comercializadas tem origem em Holambra (SP) e outras cidades do interior de São Paulo. Já as importações são provenientes principalmente da Colômbia, Equador e México.

“Em março lançamos um novo produto, a ‘Rosa Encantada’, inspirada no filme ‘A Bela e a Fera’. Foi um grande sucesso e mantém bons índices de vendas até agora. Quando estudamos o perfil de consumo, verificamos um grande volume de endereços de entrega iguais ao do comprador. Isso quer dizer que as mulheres não estão esperando serem presenteadas pelos homens. Elas estão comprando para elas mesmas, para as amigas, parceiras comerciais e também cobrando deles o presente”, explica Souza.

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