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26/10/2017

Revendedores de botijão de gás ganham suporte tecnológico

Chama é o primeiro app deste segmento do mundo
Thaíne Belissa
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Marketplace Chama, lançado em SP, já tem quase 200 entregadores em Belo Horizonte/Divulgação
Trocar o gás de cozinha não costuma ser uma tarefa agradável: o botijão sempre esvazia nos momentos mais inapropriados e o que vem em seguida é uma correria para encontrar aquele ímã de geladeira ou folheto com o telefone do entregador de gás. Com o objetivo de tornar esse momento menos estressante e mais seguro, o empreendedor holandês Marijn van de Ven lançou no Brasil o Chama, marketplace que conecta usuários a entregadores de gás regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A solução foi lançada em São Paulo no final do ano passado e, agora, faz sua primeira expansão, chegando a Belo Horizonte.

De acordo com o diretor do Chama, Otávio Tranchesi, o empreendedor Marijn van de Ven teve a ideia de construir o marketplace durante suas visitas ao País. “Ele sempre vinha ao Brasil a negócios e, certo dia, perguntou a alguém qual era o aplicativo brasileiro para pedir gás. Como ninguém soube lhe dizer, ele entendeu que era uma oportunidade”, relata. Tranchesi explica que esse segmento de entrega de gás é pouco transparente no Brasil, de forma que os clientes não sabem onde comprar e quais os preços cobrados.

“Poucas pessoas sabem, mas os entregadores de gás também precisam ser regulamentados pela ANP. E essa não é uma informação fácil de encontrar”, completa. O diretor explica que o Chama resolve esse problema de maneira simples, conectando os usuários a entregadores regularizados por meio de um aplicativo. Para encontrar o entregador mais próximo, basta que o usuário informe seu endereço e o aplicativo encontrará os estabelecimentos de sua região, especificando preços e a avaliação de outros usuários.

No próprio aplicativo o cliente informa como vai pagar (dinheiro, cartão de crédito ou débito) e efetua o pagamento direto para o entregador, no momento da entrega. Tranchesi explica que, até o momento, o aplicativo estava em teste e, por isso, seu uso era gratuito para os estabelecimentos de gás. A expectativa é de que, a partir do fim deste ano, a empresa cobre um percentual da venda.

O diretor afirma que a decisão de expandir para Belo Horizonte está amparada em uma meta mais ampla da empresa, que é de atingir 10 milhões de usuários nos próximos três anos nas principais capitais do País. Ele afirma que o público de Belo Horizonte foi um dos que mais pediu para que o aplicativo fosse ativado na cidade. “Belo Horizonte tem um mercado potencial, tanto economicamente e em número de famílias, quanto na recepção de tecnologia. Nós precisávamos testar a solução fora de São Paulo e achamos que a capital mineira era uma boa alternativa”, afirma.

O marketplace em Belo Horizonte já tem quase 200 entregadores. O diretor não abre número sobre expectativas de vendas e usuários na cidade, mas garante que o sentimento é de otimismo. “Nossa meta é ser o principal aplicativo para pedir de gás em Belo Horizonte, independente de outros que possam surgir”, finaliza.

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